Blog

27º ENCOB divulga programação com debates sobre os desafios e o futuro da gestão das águas no Brasil
De 7 a 12 de dezembro, encontro nacional terá painéis, fóruns, oficinas, capacitações e visitas técnicas, com foco nos desafios da gestão das águas no Brasil. Fortaleza (CE) será o ponto de encontro de representantes de comitês de bacias hidrográficas, gestores públicos, especialistas e sociedade civil para discutir os rumos da gestão das águas no Brasil. De 7 a 12 de dezembro, o Centro de Eventos do Ceará sediará o 27º Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (ENCOB), com uma programação dedicada à governança, à inclusão e à construção de soluções para os desafios hídricos do país. Com o tema “Água, Governança e Inclusão: Conexões para o Futuro das Bacias”, o evento começa no dia 7 de dezembro, com debates sobre água, território e energia, além de fóruns voltados aos povos originários, às populações tradicionais e à juventude. A abertura solene será realizada à noite. A agenda segue no dia 8 com discussões sobre governança, dados, mineração e conflitos pelo uso da água. No dia 9, os destaques são os impactos dos eventos extremos, o planejamento urbano e o saneamento. Já no dia 10, entram em pauta a produção sustentável no campo, os saberes tradicionais, a participação das mulheres e o papel da indústria na gestão dos recursos hídricos. No dia 11, a programação aborda a transformação digital e a comunicação como ferramentas para aproximar a sociedade das questões relacionadas à água. A data também marca a realização da Assembleia Geral do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH), espaço de articulação e deliberação dos representantes dos colegiados. O último dia, 12 de dezembro, será dedicado às visitas técnicas, permitindo aos participantes conhecer experiências e iniciativas relacionadas à gestão hídrica. Além dos painéis temáticos, o encontro contará com oficinas e jornadas de capacitação sobre assuntos como mudanças climáticas, saneamento, infraestrutura hídrica, águas subterrâneas, educação ambiental e inclusão social. O 27º ENCOB busca ampliar o diálogo entre instituições e sociedade, fortalecer a atuação dos comitês de bacias e estimular a troca de experiências para enfrentar os desafios presentes e futuros da gestão das águas. Serviço Evento: 27º Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (ENCOB) Data: 7 a 12 de dezembro de 2026 Local: Centro de Eventos do Ceará, Fortaleza (CE) Tema: Água, Governança e Inclusão: Conexões para o Futuro das Bacias 27º ENCOB — Conectar para transformar a gestão da água no Brasil. A programação completa está disponível nos canais oficiais do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH).Programação 27 ENCOB
Revista Ineana abre chamada para nova edição sobre comunidades tradicionais
O prazo de submissão é 31 de janeiro e serão aceitos artigos científicos, relatos de experiência e ensaios técnico-científicos O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) convida pesquisadores, especialistas e profissionais da área ambiental a submeterem artigos científicos, relatos de experiência e ensaios técnico-científicos para compor a próxima edição da Revista Ineana. O objetivo dessa edição é reunir e divulgar estudos que contribuam para o conhecimento, a conservação dos modos de vida, a divulgação de boas práticas realizadas em comunidades tradicionais no estado do Rio de Janeiro, promovendo o intercâmbio entre ciência, gestão e sociedade.  Temas que poderão ser abordados:Licenciamento ambiental e comunidades tradicionais Unidades de conservação e comunidades tradicionais no ERJ Boas práticas agrícolas em comunidades tradicionais Turismo de base comunitária em comunidades tradicionais Tecnologias e ocupação do solo em comunidades tradicionais Comunidades tradicionais e questões fundiárias Direitos territoriais de povos e comunidades tradicionais Modos de vida das comunidades tradicionais e conservação da biodiversidade Governança territorial e autogestão Impacto das mudanças climáticas nos povos e comunidades tradicionais Racismo ambiental e justiça climática Governança territorial e cogestão de áreas protegidas Monitoramento ambiental comunitário e ciência cidadã. As submissões serão aceitas até o dia 31 de janeiro de 2027, e podem ser enviadas para o seguinte email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Os artigos serão avaliados por um comitê editorial e deverão seguir as diretrizes da Revista Ineana. Acesse aqui para mais informações.          Fonte: Inea RJ, publicado em  
FNCBH realiza reunião em Fortaleza e avança na preparação do 27º ENCOB
Encontro reuniu representantes do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas para discutir a gestão dos recursos hídricos, o saneamento rural, os desafios climáticos e o fortalecimento da atuação dos comitês de bacias no Brasil.   Nos dias 8 e 9 de outubro de 2026, Fortaleza, no Ceará, sediou a 4ª Reunião Ordinária de 2026 do Colegiado Coordenador do FNCBH - Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas. O encontro reuniu representantes envolvidos na gestão participativa das águas para tratar de pautas estratégicas relacionadas ao fortalecimento do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos e à preparação do 27º ENCOB - Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas. A reunião proporcionou um espaço de diálogo institucional, troca de experiências e articulação entre os representantes dos comitês de bacias hidrográficas de diferentes regiões do país.       Gestão das águas e saneamento rural em pauta A programação do primeiro dia incluiu a apresentação de iniciativas voltadas ao fortalecimento do sistema de recursos hídricos do Ceará, conduzida pelo secretário estadual dos Recursos Hídricos, Ramon Rodrigues. Outro destaque foi o painel “Do rural ao urbano: modelos de gestão do abastecimento de água; modelo de gestão comunitária dos sistemas de abastecimento de água e saneamento rural do Ceará”, com participação de Marcondes Ribeiro, diretor-presidente do SISAR - Sistema Integrado de Saneamento Rural, além de Helder dos Santos Cortez, da CAGECE – Companhia de Água e Esgoto do Ceará. A discussão sobre modelos de abastecimento de água e saneamento rural trouxe para o centro da programação um tema essencial para a gestão pública: a necessidade de ampliar o acesso à água de qualidade e aos serviços de saneamento, considerando as particularidades das comunidades rurais e urbanas.     Preparação do 27º ENCOB mobiliza representantes A organização do 27º Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas também ocupou espaço importante na agenda. Os participantes conheceram a estrutura e a visão de realização do evento, em atividade conduzida pela Comissão Local do ENCOB, além de participarem de visita técnica ao Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. O Encontro constitui um importante espaço nacional de encontro e articulação dos comitês de bacias hidrográficas, reunindo representantes do poder público, usuários da água, organizações da sociedade civil e demais atores envolvidos na gestão dos recursos hídricos. A preparação do encontro nacional representa uma oportunidade para fortalecer a participação social, ampliar o intercâmbio de experiências e dar visibilidade aos desafios enfrentados pelos colegiados responsáveis pela gestão das águas nas diferentes regiões brasileiras. Grupos de trabalho, comissões temáticas No segundo dia, a reunião foi dedicada, entre outros assuntos, à apresentação de relatos dos grupos de trabalho e comissões temáticas do FNCBH. A agenda incluiu ainda a apreciação da ata da reunião ordinária anterior, informes da Coordenação Geral e manifestações dos representantes do Conselho Nacional de Recursos Hídricos. O acompanhamento das atividades dos grupos de trabalho e das comissões temáticas é relevante para a organização interna do Fórum, a integração entre seus representantes e o desenvolvimento de propostas relacionadas ao aperfeiçoamento da gestão participativa dos recursos hídricos no Brasil. A programação contemplou também o espaço #falacomitês, iniciativa voltada à comunicação e à valorização das experiências e demandas dos comitês de bacias hidrográficas.   Mudanças climáticas e os desafios da Amazônia Entre os temas da tarde do segundo dia esteve a apresentação “Amazônia em alerta – estiagem 2026 – El Niño e os impactos sobre os rios, navegação e o abastecimento”, pelo capitão Charlis da Rocha, da Defesa Civil do Amazonas. O assunto evidencia a importância de discutir os efeitos dos eventos climáticos extremos sobre a disponibilidade de água, a dinâmica dos rios, o transporte fluvial e o abastecimento das populações.   Fortalecimento dos comitês e da gestão participativa A Reunião do Colegiado Coordenador reafirmou a relevância da articulação nacional entre os comitês de bacias hidrográficas e os diferentes setores envolvidos na gestão das águas. Os participantes, também, discutiram a agenda de reuniões para 2027, incluindo a realização dos ERCOBs – Encontros Regionais de Comitês de Bacias Hidrográficas. Ao reunir pautas institucionais, experiências de saneamento, preparação de eventos nacionais e discussões sobre os impactos climáticos, o encontro colocou em evidência a amplitude dos desafios relacionados à segurança hídrica e à gestão democrática dos recursos naturais. O lançamento oficial do 27º ENCOB, em cerimônia realizada no Gran Mareiro Hotel, com várias personalidades locais e do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, marcou o encerramento das atividades na capital cearense.     Assessoria de jornalismo FNCBH
Featured
Está disponível o Edital de Moções FNCBH 2026
Tem uma moção para apresentar ao Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas? O Edital de Moções FNCBH 2026 já está disponível! Confira todos os prazos, procedimentos e orientações necessárias para submeter a sua proposta e contribuir para os debates do 27º ENCOB.Prazo para apresentação: até 9/12.
Um recorde que merece ser celebrado!
Mais de 300 trabalhos inscritos! O 27º ENCOB alcançou a marca de mais de 300 trabalhos científicos inscritos, o maior número registrado em todas as edições do evento. Mais do que um número, esse resultado representa a força da pesquisa, da ciência e da produção de conhecimento dedicada aos recursos hídricos. É o conhecimento ocupando seu espaço, promovendo debates e contribuindo para a construção de novos caminhos para a gestão das águas. Um novo recorde. Uma edição histórica.
RBRH eleva fator de impacto em 50% e fortalece visibilidade científica da produção brasileira em recursos hídricos
  A Revista Brasileira de Recursos Hídricos registrou um avanço importante em sua trajetória editorial: o fator de impacto divulgado pelo Journal Citation Reports passou de 0,6 para 0,9, representando crescimento de 50% no indicador. Para a revista e para a ABRHidro, o resultado reforça a visibilidade científica da publicação e consolida a RBRH como periódico central da comunidade brasileira de recursos hídricos.       Quem comenta o assunto é Iran Eduardo Lima Neto, editor-chefe da RBRH desde o início de 2026. Engenheiro civil formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), mestre em Hidráulica e Saneamento pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC/USP), doutor em Engenharia de Recursos Hídricos pela University of Alberta, no Canadá, e pós-doutor em Mecânica dos Fluidos Ambiental pela University of Cambridge, na Inglaterra, Iran é professor titular do Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da UFC.   Sua trajetória junto à RBRH começou em 2011, como revisor de artigos científicos. Em 2014, publicou seu primeiro artigo na revista e, em 2019, passou a atuar como editor associado, função exercida até o final de 2025. A partir de 2026, assumiu a editoria-chefe, com apoio da SciELO, da ABRHidro, da Diretoria de Publicações e do corpo editorial da revista.   Sobre o avanço: O professor e editor explica que o avanço no fator de impacto é resultado de um trabalho de longo prazo, construído de forma coletiva por editores-chefes, editores executivos, editores associados, revisores e autores. Ele destaca, em particular, a contribuição do professor Adilson Pinheiro, que esteve à frente da RBRH na gestão anterior, além de todo o corpo editorial.   Mais circulação, relevância e reconhecimento   O fator de impacto é um dos indicadores internacionais de visibilidade científica. Para Iran, o crescimento de 0,6 para 0,9 sinaliza que os artigos publicados pela RBRH estão alcançando maior circulação e sendo mais utilizados e citados pela comunidade científica. O resultado também sugere maior relevância e reconhecimento da produção científica publicada, refletindo o amadurecimento do processo editorial e a qualidade dos trabalhos selecionados.   O editor pondera, contudo, que o fator de impacto não deve ser tratado como medida isolada da qualidade de um periódico. Ainda assim, sua evolução representa um indicador importante de ampliação da visibilidade científica e reforça o potencial da RBRH para ampliar sua inserção e seu impacto internacional.     Uma revista estratégica para a ciência da água Como editor-chefe, o professor vê a RBRH como instrumento estratégico para fortalecer a produção científica em recursos hídricos no Brasil e ampliar sua inserção internacional. Para isso, destaca a importância de assegurar padrões elevados de integridade, ética, transparência e ciência aberta, além de aprimorar continuamente o processo editorial e valorizar o trabalho de editores, revisores e autores.   A revista, segundo ele, deve estimular a publicação de pesquisas sobre temas relevantes e emergentes, promovendo diversidade, inclusão e maior participação de diferentes grupos, regiões e instituições da comunidade científica. Ao mesmo tempo, deve preservar sua identidade como periódico de referência em recursos hídricos no Brasil e ampliar sua visibilidade no cenário internacional.   Conquista coletiva O crescimento do fator de impacto também é visto como uma conquista coletiva. Iran agradece à SciELO e à ABRHidro pelo apoio à divulgação, promoção e fortalecimento da RBRH; aos editores executivos e associados, pela condução do processo editorial; aos revisores, pelo rigor na avaliação dos manuscritos; e aos autores, pela confiança em submeter seus trabalhos à revista.   Para ele, o resultado é uma conquista de toda a comunidade de recursos hídricos e, ao mesmo tempo, um estímulo para que a revista siga avançando com excelência, integridade, ciência aberta, inclusão e maior internacionalização.   Desafios e oportunidades Entre os principais desafios para ampliar a inserção da RBRH no cenário científico nacional e internacional, Iran destaca a relevância global crescente de temas ligados às mudanças climáticas e à sustentabilidade, que colocam a área de recursos hídricos no centro de debates científicos estratégicos.   Embora a revista já seja publicada em inglês, ele avalia que é necessário ampliar a internacionalização sem perder a identidade e a relevância da RBRH para a comunidade brasileira. Isso envolve atrair mais leitores, autores, revisores e editores associados estrangeiros, ampliar a presença da revista em bases internacionais e fortalecer a divulgação e o impacto dos artigos publicados.   Nesse contexto, a RBRH e a Diretoria de Publicações da ABRHidro estruturam o Pacto pela RBRH, iniciativa voltada a fortalecer o compromisso coletivo do corpo editorial com a excelência científica, a ética editorial, a agilidade e qualidade dos processos de avaliação, a melhoria da comunicação com a comunidade científica, a internacionalização e o aprimoramento contínuo da revista.   Convite à comunidade da água Para Iran, consolidar a RBRH como periódico de referência no Brasil e ampliar seu reconhecimento internacional depende diretamente da participação da comunidade de recursos hídricos. O convite é para que pesquisadores, profissionais, professores, estudantes e instituições leiam, submetam e divulguem os artigos publicados, além de contribuírem com sugestões para o aprimoramento da revista.   “Fortalecer a RBRH é, sobretudo, fortalecer a ciência brasileira e ampliar sua presença no cenário internacional”, resume o editor-chefe.   Mais:   Além dos artigos originais, a RBRH também publica Estudos de Caso e Notas Técnicas, formatos que têm grande potencial para aproximar a revista de profissionais envolvidos no desenvolvimento de projetos, elaboração de planos e formulação e implementação de políticas públicas relacionadas aos recursos hídricos.   Acesse e saiba mais: https://revistas.abrhidro.org.br/articles.php?Magazine=1#gsc.tab=0     Fonte: ABRHidro, publicado em 08/10/2026  
Edital seleciona entidade para apoiar seis comitês de bacias hidrográficas em Minas
   Entidades privadas sem fins lucrativos podem enviar propostas até 16 de outubro para desempenhar as funções de Agência de Bacia nas regiões do Semiárido e Nordeste Mineiro   O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) está com inscrições abertas para a seleção de uma entidade privada sem fins lucrativos que desempenhará as funções de Agência de Bacia Hidrográfica para seis comitês de bacias hidrográficas das regiões do Semiárido e Nordeste Mineiro. As propostas devem ser enviadas até as 23h59 do dia 16 de outubro de 2026, exclusivamente por meio eletrônico. A seleção é regulamentada pelo Edital Conjunto de Seleção nº 001/2026 e contempla os Comitês de Bacia Hidrográfica dos Afluentes Mineiros do Alto Jequitinhonha (JQ1), do Rio Araçuaí (JQ2), do Médio e Baixo Jequitinhonha (JQ3), do Rio Mucuri (MU1), do Rio Mosquito e Demais Afluentes do Rio Pardo (PA1) e do Rio São Mateus (SM1). A iniciativa busca ampliar o suporte técnico, administrativo e financeiro aos seis comitês, contribuindo para o fortalecimento da gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos e para a implementação dos instrumentos da Política Estadual de Recursos Hídricos. A seleção também representa uma etapa para ampliar a estrutura de apoio à gestão das águas nessas regiões, conforme previsto na Lei Estadual nº 13.199/1999, que dispõe sobre a Política Estadual de Recursos Hídricos, e no Decreto Estadual nº 49.023/2025. Participação e envio das propostas Podem participar do processo seletivo entidades privadas sem fins lucrativos que atendam aos requisitos de habilitação jurídica, regularidade fiscal e qualificação técnica estabelecidos no edital. A entidade selecionada será indicada pelos respectivos comitês ao Conselho Estadual de Recursos Hídricos de Minas Gerais (CERH-MG), para fins de equiparação ao exercício das funções de Agência de Bacia Hidrográfica. Posteriormente, está prevista a celebração de Contrato de Gestão com o Igam, com a interveniência dos comitês envolvidos. As propostas devem ser encaminhadas exclusivamente para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., até as 23h59 de 16 de outubro. O prazo é improrrogável, e os interessados devem observar todas as condições e exigências previstas no instrumento convocatório. O edital completo, os anexos e as demais informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no site do Igam, em www.igam.mg.gov.br/editais. Dúvidas e solicitações de informações técnicas podem ser encaminhadas a Michael Jacks de Assunção, da Gerência de Apoio às Agências de Bacias Hidrográficas e Entidades Equiparadas (GEABE/DGAS), pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Ascom/Sisema       Fonte: Igam, publicado em 09/10/2026  
Após anos de mobilização comunitária, PBH assina contrato para Parque Ciliar do Onça
Mais de uma década depois de surgir como uma reivindicação dos moradores da Região Norte de Belo Horizonte, o Parque Ciliar Comunitário do Ribeirão do Onça começa a sair do papel. A Prefeitura de Belo Horizonte assinou, nesse mês de setembro, o contrato para a execução das obras, que terão investimento de R$ 122,2 milhões. Com cerca de 5,5 quilômetros de extensão, o parque será implantado a partir de um projeto que combina controle de inundações, recuperação ambiental, mobilidade urbana e a criação de áreas de lazer e convivência para a população. O contrato prevê até 1.500 dias para a execução dos serviços, equivalente a cerca de quatro anos, contados a partir da emissão da ordem de serviço. O contrato, assinado entre a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Smobi) e o Consórcio Vereda Itamaracá Terrayam, tem vigência até meados de abril de 2031. O projeto pretende enfrentar dois problemas simultaneamente: a vulnerabilidade da região às inundações e a degradação ambiental do ribeirão. A expectativa é que o parque transforme uma área hoje marcada por problemas ambientais em um espaço público de convivência, preservação e lazer. O projeto prevê intervenções de natureza hidráulica e de drenagem ao longo do Ribeirão do Onça, com o objetivo de ampliar a capacidade de escoamento e contribuir para a redução das áreas sujeitas a inundações. Também estão previstas obras de contenção e estabilização de encostas, entre outras medidas de infraestrutura. A intervenção ganha importância diante da própria história do Ribeirão Onça. Um dos principais e mais impactados afluentes do Rio das Velhas, o curso d’água atravessa uma das áreas de maior concentração populacional de sua bacia. Ao longo do percurso, problemas como a perda de mata ciliar, o acúmulo de sedimentos, o descarte clandestino de resíduos, o lançamento de efluentes domésticos, as ocupações irregulares e a impermeabilização do solo contribuíram para degradar o ambiente. O projeto também pretende mudar a relação cotidiana dos moradores com o ribeirão. Ao longo dos cerca de 5,5 quilômetros do parque serão implantadas 18 áreas de lazer, esporte e convivência ecológica. Estão previstos playgrounds, praças, quadras esportivas, pistas de skate, academias ao ar livre, quiosques com banheiros e vestiários, pomares, hortas comunitárias e viveiros de mudas. Também serão criados espaços para educação ambiental e atividades culturais, além de mirantes. Entre os pontos previstos estão áreas de convivência e esporte nas proximidades das ruas Antônio Ribeiro de Abreu, Juazeiro e 2, da avenida Estrela de Belém e da Ponte São Judas Tadeu. O projeto inclui ainda mirantes da Cachoeira, das Nascentes e da Serra Mantiqueira e uma área esportiva próxima ao Quilombo de Mangueiras. A circulação entre os bairros também deverá ser alterada. O projeto prevê três pontes e cinco passarelas para conectar as duas margens do Ribeirão do Onça, facilitando principalmente o deslocamento de pedestres e ciclistas. As pontes serão construídas nos pontos denominados Dom Aquino, São Judas Tadeu e Serra Geral. Ciclovias, passeios, pavimentação, sinalização, iluminação, irrigação, mobiliário urbano e estruturas de acessibilidade completam o conjunto de intervenções. Também estão previstas áreas reflorestadas, sistemas agroflorestais e hortas urbanas. A área de intervenção passa por bairros como São Gabriel, Vila São Gabriel, Ouro Minas, Vila Fazendinha, Novo Aarão Reis, Belmonte, Ribeiro de Abreu, Conjunto CBTU (Novo Tupi), Conjunto Ribeiro de Abreu, Casas Populares e Monte Azul. Clique aqui e veja fotos da região e de eventos de mobilização social, ao longo da última década, em prol da instauração do Parque Ciliar:   Reivindicação popular A história do parque, porém, começou muito antes da assinatura do contrato. Ainda na primeira década dos anos 2000, o Conselho Comunitário Unidos pelo Ribeiro de Abreu (Comupra), em parceria com o movimento Deixem o Onça Beber Água Limpa, começaram a idealizar o espaço. Assim, ano após ano, moradores, movimentos comunitários e a Prefeitura de Belo Horizonte trabalharam na formalização de uma proposta para transformar a região às margens do ribeirão em um grande parque. A ideia surgiu de uma necessidade das famílias que vivem no entorno. A população pressionava o poder público por mais segurança e qualidade de vida e defendia a retirada de famílias de áreas de risco às margens do Ribeirão do Onça, com a transformação desses espaços em uma área pública de preservação, lazer e convivência. Ao longo desse processo de mobilização e construção da proposta, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas) e o Subcomitê Ribeirão Onça também foram parceiros de iniciativas relacionadas à reivindicação comunitária e à valorização do território. Na proposta construída em 2015, o parque já era pensado para muito além de uma área verde. O projeto previa espaços de preservação e conservação ambiental, agricultura urbana, práticas esportivas, interação com a natureza, parque equestre, atividades terapêuticas, espaço cultural, um Centro de Referência Ambiental e mecanismos de gestão participativa. A construção chegou a ser anunciada durante a gestão do ex-prefeito Alexandre Kalil, mas a promessa não saiu do papel. Em 2024, no Dia Mundial do Meio Ambiente, o então prefeito Fuad Noman anunciou a implantação de quatro novos parques em Belo Horizonte, entre eles o Parque Ciliar Comunitário do Ribeirão do Onça. A partir dali, o projeto voltou a avançar dentro da estrutura da Prefeitura, com etapas de planejamento, ações no território e, posteriormente, a licitação da obra no ano seguinte. Entre abril e junho deste ano, a Prefeitura também decretou a desapropriação de imóveis em bairros no entorno para viabilizar as obras de urbanização do Ribeirão do Onça e a implantação do parque. Uma área já preservada pela própria comunidade simboliza a relação dos moradores com o território. A Nascente Fundamental do Onça é cuidada por moradores desde a década de 1980 e, nos últimos anos, recebeu mutirões e iniciativas de preservação, como cercamento, contenção de encosta, paisagismo e plantio de pomar para utilização da comunidade. A nascente também já integrou o Programa de Valorização de Nascentes Urbanas do CBH Rio das Velhas, iniciativa voltada ao reconhecimento, à proteção e à recuperação de nascentes localizadas em áreas urbanas da bacia. Transparência institucional Esta publicação decorre do dever de transparência da administração pública e apresenta, de forma objetiva, informações sobre atividade ordinária da rotina institucional do CBH Rio das Velhas, em conformidade com as orientações vigentes para o período eleitoral. Assessoria de Comunicação do CBH Rio das Velhas:TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social*Texto: Luiz Ribeiro*Fotos: Ohana Padilha; Michelle Parron; João Alves; Yasmim Paulino; TantoExpresso       Fonte: CBH Velhas, publicado em 01/10/2026   
Geoportal do CBH Paranaíba amplia acesso a dados e informações sobre a bacia
    Plataforma atualizada reúne novas bases de dados, funcionalidades e informações técnicas para apoiar consultas, estudos, planejamento e gestão dos recursos hídricos Mapas, indicadores, dados geográficos e informações técnicas sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba estão reunidos na versão atualizada do Geoportal do CBH Paranaíba. A plataforma passou por uma reformulação que amplia o conteúdo disponível e facilita o acesso a dados que podem subsidiar estudos, análises, planejamento e a gestão integrada dos recursos hídricos. Entre as mudanças estão novas bases de dados e funcionalidades, uma nova interface e uma navegação mais intuitiva. O Geoportal também passa a incorporar informações relacionadas aos Programas Estruturantes do CBH Paranaíba, reunindo em um mesmo ambiente diferentes conteúdos sobre a bacia. A atualização amplia as formas de utilização da plataforma por diferentes públicos. Gestores públicos podem recorrer aos dados como subsídio ao planejamento e à gestão territorial; pesquisadores e instituições de ensino encontram bases para estudos e análises; órgãos ambientais e consultorias podem utilizar as informações em diagnósticos e projetos; e usuários de recursos hídricos e a sociedade têm acesso público a conteúdos sobre a bacia. Para os Comitês de Bacias Hidrográficas Afluentes, o Geoportal também funciona como referência de consulta, contribuindo para o compartilhamento de informações e para o planejamento no contexto da gestão integrada dos recursos hídricos.   Webinar apresenta novas funcionalidades Para apresentar a atualização e demonstrar os recursos da plataforma, será realizado, no dia 13 de outubro de 2026, às 10h, o webinar técnico “Novas funcionalidades do Geoportal do CBH Paranaíba”, com transmissão pelo canal do CBH Paranaíba no YouTube. A programação terá início com o presidente do CBH Paranaíba, Fabio Bakker, que abordará o tema “Informação que transforma: conhecimento para fortalecer a gestão das águas”. Em seguida o Especialista em Regulação de Recursos Hídricos e Saneamento Básico da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Leonardo Julian Rodrigues Klosovski, apresentará “Dados e informação como pilares da gestão integrada dos recursos hídricos”. O webinar contará ainda com uma demonstração prática das novas funcionalidades do Geoportal e espaço para perguntas e esclarecimento de dúvidas. O nome do responsável pela demonstração prática será confirmado posteriormente.   Serviço Webinar técnico – Novas funcionalidades do Geoportal do CBH Paranaíba Data: 13 de outubro de 2026 Horário: 10h Transmissão: YouTube do CBH Paranaíba youtube.com/@cbhparanaiba Geoportal: geoportal-sigaparanaiba.hub.arcgis.com         Fonte: CBH Paranaíba, publicado em 07/10/2026  
CBH-PS promove Simpósio de Recursos Hídricos. Inscreva-se!
O Comitê das Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul (CBH-PS) convida ao V Simpósio de Recursos Hídricos da Bacia Paulista do Rio Paraíba do Sul, que será realizado nos dias 26 e 27 de novembro de 2026, em Taubaté (SP). A programação reunirá representantes do poder público, dos comitês de bacias, da sociedade civil, da academia e de instituições técnicas para a troca de conhecimentos e experiências sobre os desafios relacionados à gestão e à segurança hídrica. Os temas dos painéis e os eixos temáticos para submissão de trabalhos já estão disponíveis no site do evento. A programação completa também será divulgada na página. O evento conta com a parceria da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (SEMIL), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, do Governo Federal, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP), do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro (SEAS/RJ), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), da Defesa Civil do Estado de São Paulo, da Fundação de Apoio a Pesquisa Agrícola, FEHIDRO e de outras instituições comprometidas com a gestão e a proteção das águas. Os trabalhos poderão ser submetidos para apresentação durante o Simpósio ou somente para publicação nos anais do evento, de acordo com a modalidade escolhida. A submissão é gratuita e poderá ser realizada até o dia 15 de outubro de 2026. Informações e submissão de trabalhos:https://comiteps.sp.gov.br/eventos/simposio/ Também convidamos os representantes dos Comitês a colaborarem como avaliadores dos trabalhos submetidos. O cadastro para integrar a equipe de avaliação poderá ser realizado até o dia 25 de setembro de 2026. Cadastro de avaliadores:https://forms.gle/bwuwNGJFZWtJm5Sd9 O encontro fortalece a cooperação entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro e contribui para a construção de soluções integradas diante das secas, dos eventos climáticos extremos e dos desafios que afetam a Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. A participação dos Comitês será muito importante para ampliar a integração entre as instituições, qualificar as discussões e fortalecer a gestão participativa dos recursos hídricos. Mais informações estão disponíveis nos canais oficiais do CBH-PS no Instagram e LinkedIn: @cbhparaibadosul e pelo telefone: (12) 3632-0100     Fonte: SigRH - 09/10/2026
Defeso da Piracema começou no dia 01.10 em Mato Grosso
O Período de defeso da Piracema começou no dia 1 de outubro de 2026 e segue até dia 31 de janeiro de 2027, em todos os rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins, em Mato Grosso. A proibição da pesca amadora e profissional tem por objetivo garantir que os cardumes de peixes consigam chegar aos locais de reprodução para repovoar os rios e manter o estoque pesqueiro. Nestes quatro meses, fica permitida apenas a pesca de subsistência, desembarcada, que é aquela praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais. Nesses casos, é permitida a cota diária de três quilos ou um exemplar de qualquer peso por pescador, respeitando os tamanhos mínimos e espécies permitidas de captura estabelecidas pela legislação vigente. Durante o período, a fiscalização do cumprimento das regras de pesca será feita por equipes responsáveis pelo monitoramento ambiental, com barreiras, patrulhamento terrestre e fluvial. O período da Piracema é embasado na legislação de pesca e no manejo dos recursos pesqueiros, realizados por meio de estudos da biologia das espécies mais importantes, incluindo época, idade, tamanho, tipo de reprodução, estudos de crescimento e de estrutura da população de peixes e estudos de dinâmica de populações, que incluem estimativas de taxas de crescimento e de mortalidade populacional.   Declaração de Estoque PesqueiroPescadores profissionais e estabelecimentos comerciais devem declarar o estoque de peixes de rio, iscas vivas e peixes ornamentais até o dia 05 de outubro (segunda-feira). A declaração do estoque pesqueiro é obrigatória para armazenamento e comercialização durante o período de defeso da piracema, que se inicia na próxima quinta-feira, 1º de outubro de 2026.O documento pode ser enviado ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou entregue na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), tanto na sede quanto nas regionais de forma presencial. O termo de declaração padrão está disponível no site da Sema pelo link Pesca   Rios de Divisa e Unidades de ConservaçãoNos rios de divisa, em que uma margem fica em Mato Grosso e outra margem em outro Estado, a proibição à pesca na margem localizada fora do Estado segue o período estabelecido pela União, que se inicia em novembro e termina no fim de fevereiro. Em Mato Grosso, 17 rios se encaixam nessa característica de rio de divisa. Entre os mais conhecidos estão o rio Piquiri, na bacia do Paraguai, que uma margem está em Mato Grosso e outra em Mato Grosso do Sul, o rio Araguaia, na bacia Araguaia-Tocantins, que faz divisa com Goiás e, na bacia Amazônica, o trecho do rio Teles Pires que faz divisa com o Pará. A Sema alerta que nas unidades de conservação da categoria de proteção integral a atividade da pesca é proibida durante todo o ano. Ao todo, Mato Grosso abriga 68 áreas protegidos sob a jurisdição da União, do Estado ou do Município.   DenúnciasA pesca ilegal e outros crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, pelos números 3613-7398 ou 98153-0255 (por telefone ou WhatsApp) pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., pelo aplicativo MT Cidadão ou em uma das regionais da Sema. Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190. *Texto: Renata Prata     Fonte:  Sema MT, publicado em Quarta, 07 de Outubro de 2026  
Defeso da Piracema começou no dia 01.10 em Mato Grosso
O Período de defeso da Piracema começou no dia 1 de outubro de 2026 e segue até dia 31 de janeiro de 2027, em todos os rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins, em Mato Grosso. A proibição da pesca amadora e profissional tem por objetivo garantir que os cardumes de peixes consigam chegar aos locais de reprodução para repovoar os rios e manter o estoque pesqueiro. Nestes quatro meses, fica permitida apenas a pesca de subsistência, desembarcada, que é aquela praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais. Nesses casos, é permitida a cota diária de três quilos ou um exemplar de qualquer peso por pescador, respeitando os tamanhos mínimos e espécies permitidas de captura estabelecidas pela legislação vigente. Durante o período, a fiscalização do cumprimento das regras de pesca será feita por equipes responsáveis pelo monitoramento ambiental, com barreiras, patrulhamento terrestre e fluvial. O período da Piracema é embasado na legislação de pesca e no manejo dos recursos pesqueiros, realizados por meio de estudos da biologia das espécies mais importantes, incluindo época, idade, tamanho, tipo de reprodução, estudos de crescimento e de estrutura da população de peixes e estudos de dinâmica de populações, que incluem estimativas de taxas de crescimento e de mortalidade populacional.   Declaração de Estoque PesqueiroPescadores profissionais e estabelecimentos comerciais devem declarar o estoque de peixes de rio, iscas vivas e peixes ornamentais até o dia 05 de outubro (segunda-feira). A declaração do estoque pesqueiro é obrigatória para armazenamento e comercialização durante o período de defeso da piracema, que se inicia na próxima quinta-feira, 1º de outubro de 2026.O documento pode ser enviado ao e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou entregue na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), tanto na sede quanto nas regionais de forma presencial. O termo de declaração padrão está disponível no site da Sema pelo link Pesca   Rios de Divisa e Unidades de ConservaçãoNos rios de divisa, em que uma margem fica em Mato Grosso e outra margem em outro Estado, a proibição à pesca na margem localizada fora do Estado segue o período estabelecido pela União, que se inicia em novembro e termina no fim de fevereiro. Em Mato Grosso, 17 rios se encaixam nessa característica de rio de divisa. Entre os mais conhecidos estão o rio Piquiri, na bacia do Paraguai, que uma margem está em Mato Grosso e outra em Mato Grosso do Sul, o rio Araguaia, na bacia Araguaia-Tocantins, que faz divisa com Goiás e, na bacia Amazônica, o trecho do rio Teles Pires que faz divisa com o Pará. A Sema alerta que nas unidades de conservação da categoria de proteção integral a atividade da pesca é proibida durante todo o ano. Ao todo, Mato Grosso abriga 68 áreas protegidos sob a jurisdição da União, do Estado ou do Município.   DenúnciasA pesca ilegal e outros crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, pelos números 3613-7398 ou 98153-0255 (por telefone ou WhatsApp) pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., pelo aplicativo MT Cidadão ou em uma das regionais da Sema. Quem se deparar com um crime ambiental também pode denunciar à Polícia Militar, pelo 190. *Texto: Renata Prata     Fonte:  Sema MT, publicado em Quarta, 07 de Outubro de 2026  
CBH do Rio Pará lança cartilha sobre conflitos pelo uso da água na bacia
  O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pará (CBH do Rio Pará) lança a cartilha “Água em disputa: conflitos e soluções na Bacia do Rio Pará”, publicação que apresenta de forma didática como surgem os conflitos pelo uso dos recursos hídricos e quais instrumentos podem contribuir para sua prevenção e solução. O material aborda situações relacionadas à quantidade e à qualidade da água, à disputa entre diferentes usos e aos impactos que captações realizadas a montante podem provocar para usuários localizados a jusante. Além de explicar a legislação e os instrumentos de gestão dos recursos hídricos, a cartilha destaca o papel dos Comitês de Bacia como espaços de diálogo e construção coletiva de soluções. A publicação também apresenta a atuação do CBH do Rio Pará na mediação de conflitos e mostra como a participação do poder público, dos usuários de água e da sociedade civil contribui para decisões mais equilibradas e para o uso sustentável dos recursos hídricos. Clique aqui e confira o material na íntegra!         Fonte: XX, publicado em 30/07/2026     
Comitês PCJ destinam R$ 24,3 milhões para ações de melhoria na área de saneamento e recursos hídricos
Plenária dos colegiados, realizada em Mogi Mirim, também aprovou novo edital para financiar ações da Política de Mananciais PCJ em 2027, com previsão de até R$ 5 milhões disponíveis Os Comitês PCJ destinarão cerca de R$ 24,3 milhões arrecadados nas Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí para ações voltadas à melhoria da gestão dos recursos hídricos. Os recursos contemplam oito empreendimentos em sete municípios: Amparo, Bragança Paulista, Piracicaba, Pedreira, Santo Antônio de Posse, São Pedro e Valinhos. As indicações foram aprovadas durante a 34ª Reunião Extraordinária dos colegiados — CBH-PCJ, PCJ FEDERAL e CBH-PJ1 — realizada nesta quinta-feira (27), no Clube Mogiano, em Mogi Mirim (SP). Outras importantes deliberações também receberam aval dos membros durante o encontro. Na abertura, o presidente dos Comitês PCJ e prefeito de Piracicaba, Helinho Zanatta, destacou a importância da atuação dos colegiados no financiamento de ações para a melhoria da qualidade e da quantidade de água na região. “A atuação dos Comitês PCJ é um sucesso para que a gente avance no saneamento das nossas bacias daqui do estado de São Paulo e de Minas Gerais”, ressaltou. O diretor-presidente da Agência das Bacias PCJ, Sergio Razera, ressaltou a importância das decisões tomadas durante a plenária. “Foi mais uma plenária, um marco importante na história dos Comitês PCJ, na qual foram deliberados assuntos importantes, desde recursos financeiros para tratamento de esgoto, para combate ao desperdício de água na rede de distribuição, para recomposição florestal e outras atividades. Isso tudo é importante porque está em um planejamento das Bacias PCJ, que visa melhorar tanto a quantidade de água que passa pelos nossos rios quanto a qualidade da água que está ali no rio. Isso tudo é fundamental para o dia a dia de hoje da nossa sociedade, mas também para garantir que haverá água em quantidade e qualidade para o futuro. Então, as decisões de hoje foram importantíssimas, com uma presença maciça aqui dos membros dos colegiados e vários prefeitos. Só engrandeceu as várias decisões que os Comitês tomaram hoje aqui”, afirmou. Investimentos em saneamento Os oito empreendimentos indicados pelos Comitês PCJ somam investimento global de aproximadamente R$ 28,5 milhões, sendo cerca de R$ 24,3 milhões em repasses dos Comitês PCJ e R$ 4,2 milhões em contrapartidas dos tomadores. Os recursos serão destinados às prefeituras de Bragança Paulista, Pedreira, Piracicaba, São Pedro e Santo Antônio de Posse, além do Departamento de Água e Esgoto de Valinhos (DAEV S.A.) e dos Serviços Autônomos de Água e Esgoto (SAAEs) de São Pedro e Amparo. Os repasses dos Comitês PCJ ocorrem desde 1994, um ano após a instalação do colegiado paulista. Em Amparo, Bragança Paulista, Pedreira e Piracicaba, os recursos serão destinados à elaboração de Planos Diretores de Macrodrenagem e/ou de Manejo de Águas Pluviais. Em Valinhos, o investimento será aplicado em ações de combate às perdas de água, incluindo a substituição de redes de cimento-amianto, a setorização e a implantação de macromedidor no Jardim Pinheiros. Em Santo Antônio de Posse, será executada uma obra de setorização, com substituição de redes de distribuição de água em uma região do município. Já pelos SAAEs de São Pedro e Amparo serão implantadas Estações de Tratamento de Lodo (ETLs). Os contratos de repasse deverão ser assinados até o final deste ano, e os tomadores serão responsáveis pela realização das licitações no primeiro semestre de 2027. Confira a tabela com a lista de empreendimentos neste link: https://bit.ly/RepassesPCJAgosto2026. A partir de 2027, os valores máximos de repasse por tomador passarão a ser de R$ 12 milhões para obras, serviços e equipamentos na modalidade reembolsável e de R$ 8 milhões na modalidade não reembolsável. Para estudos, planos e projetos, permanece o limite máximo de R$ 1,5 milhão. A Agência das Bacias PCJ estima disponibilidade superior a R$ 70 milhões em recursos para o próximo exercício. Os investimentos na gestão dos recursos hídricos são definidos pelos Comitês de Bacia Hidrográfica — órgãos colegiados compostos por poder público, sociedade civil e usuários de água. Com orçamento próprio, os recursos financeiros vêm da cobrança pelo uso da água e são aplicados após decisão colegiada dos Comitês e executada pelas Agências de Bacia em projetos e ações previstos nos Planos de Recursos Hídricos, voltados desde o saneamento até a recuperação e proteção dos mananciais. Proteção de mananciais Também foi aprovada a deliberação que institui o Ato Convocatório do Chamamento Público de Projetos nº 01/2026, voltado à proteção e conservação dos recursos hídricos, com execução prevista para 2027. A estimativa é de que sejam disponibilizados entre R$ 4,5 milhões e R$ 5 milhões para investimentos nos municípios. As ações previstas buscam promover a recuperação, a conservação e a proteção dos mananciais das Bacias PCJ; contribuir para o cumprimento das metas do Caderno Temático de Uso da Água e do Solo no Meio Rural e Recomposição Florestal do Plano das Bacias PCJ 2020-2035; e incentivar iniciativas de adequação ambiental, restauração florestal, saneamento rural em áreas estratégicas e pagamento por serviços ambientais (PSA). Na plenária, ficou definido que as contrapartidas financeiras dos tomadores variarão entre 2% e 10% do total do repasse, conforme o número de habitantes do município. No caso de PSA, a contrapartida será de 50%. Os investimentos serão realizados com recursos da Cobrança PCJ Federal. O edital será publicado e divulgado pela Agência das Bacias PCJ em breve. O período de inscrições está previsto entre 8 de setembro e 11 de dezembro de 2026, enquanto a assinatura dos contratos deverá ocorrer em outubro de 2027, após a conclusão do processo seletivo. O secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, reforçou os efeitos positivos da iniciativa, realizada anualmente pelos colegiados. “Esse edital é importante porque vai permitir que todas as prefeituras utilizem recursos da cobrança para fazer a restauração florestal nos seus municípios. Isso garante segurança hídrica. Uma vez que você vai ter investimentos tanto para questões relacionadas aos Projetos Integrais de Propriedade, como também os processos de revegetação das áreas lindeiras para que a gente consiga ter sustentabilidade tanto do ponto de vista de qualidade quanto da quantidade de água”, explicou. Protocolo de Monitoramento da Governança das Águas Os membros da plenária também aprovaram a adesão dos Comitês PCJ ao Protocolo de Monitoramento da Governança das Águas, apresentada por Ângelo Lima, secretário-executivo do Observatório de Governança das Águas (OGA). A formalização da adesão ocorreu durante a reunião. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o acompanhamento da governança dos recursos hídricos por meio de indicadores voltados ao aprimoramento da gestão integrada, participativa e descentralizada. A coleta, a organização e o acompanhamento das informações ficarão sob responsabilidade das coordenações das câmaras técnicas dos Comitês PCJ, que também deverão acompanhar a aplicação dos indicadores e o desenvolvimento do processo de monitoramento. Regimento das câmaras técnicas, processo eleitoral e GT-Empreendimentos A plenária também aprovou temas relacionados ao funcionamento interno dos Comitês PCJ. Na ocasião, foram ratificadas as normas do Regimento Geral das Câmaras Técnicas, reforçando a segurança jurídica para o funcionamento dos colegiados. A consulta à legislação interna pode ser feita neste link: https://legislacaodigital.com.br/FundacaoAgenciadasBaciasPCJ-SP. “É uma organização de todos os três colegiados, uma vez que a gente fez um trabalho de pegar todas as deliberações ao longo da história dos Comitês, fazer um pente-fino e verificar todas as necessidades de ajustes que precisam ser feitas nas deliberações. E essa deliberação veio para ajustar todos esses problemas que identificamos desde o começo dos Comitês. Então, é um processo importante, de transparência e de governança bastante importante para as nossas bacias”, comentou Denis Herisson. Também foi aprovada a deliberação que estabelece o calendário, o edital, as regras do processo eleitoral e a criação da Comissão Eleitoral para a eleição do CBH-PCJ e do PCJ Federal, para o mandato 2027-2029. A formação da comissão foi concluída durante o encontro. Conforme deliberação recente do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, os mandatos passarão a ter quatro anos a partir de 2029. O processo eleitoral atual, entretanto, seguirá com mandato de dois anos. Os Comitês PCJ ainda ratificaram o referendo de pareceres técnicos emitidos pelo GT-Empreendimentos e aprovaram a atualização das regras de organização, atribuições e fluxo de trabalho de análises de projetos pelo grupo. Edital de patrocínios Ao final da reunião, os membros dos colegiados aprovaram a abertura de um edital de seleção de patrocínios para 2027, com orçamento de R$ 315 mil. Desse total, R$ 80 mil serão destinados a eventos e iniciativas selecionados por edital, enquanto R$ 235 mil serão direcionados a ações promovidas por instituições do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh), como o CNRH, conselhos estaduais, órgãos gestores, comitês de bacias, a ANA e agências de água. Também foram aprovadas cotas de patrocínio para o Encob 2026 (Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas), que será realizado em dezembro, em Fortaleza (CE), e para o II Fórum Latino-Americano da Água, previsto para o fim de novembro, em Foz do Iguaçu (PR). Mesa de trabalho Além de Zanatta, Razera e Denis Herisson, a mesa de trabalho da plenária foi formada pela presidente do Comitê Mineiro (CBH-PJ1) e 1ª vice-presidente do Comitê PCJ Federal, Mylena de Oliveira; secretário-executivo do CBH-PJ1, Adilson Ramos; e pelos prefeitos Paulo de Oliveira e Silva (Mogi Mirim), Carlos Alberto Martins (Amparo), Thiago Silvério da Silva (São Pedro) e José Ricardo Cortez (Santo Antônio de Posse). O encontro ainda contou com a apresentação do maestro Carlos Lima, coordenador-geral da Banda Lyra Mojimiriana, e dos músicos Luis Eduardo Pimentel Joaquim e Daniela Sobottka. A plenária é organizada pela Coordenação de Apoio ao Sistema de Gestão de Recursos Hídricos da Agência das Bacias PCJ, responsável também pela organização das reuniões das câmaras técnicas e dos grupos de trabalho dos Comitês PCJ.             Fonte: Comitês PCJ, publicado em 28 de agosto de 2026    
Programação preliminar do 27º ENCOB já está no ar e antecipa uma agenda de conexões, conhecimento e participação
Evento será realizado de 7 a 12 de dezembro, em Fortaleza (CE), reunindo representantes de Comitês de Bacias Hidrográficas, especialistas, gestores, instituições, sociedade civil e setor produtivo A programação preliminar do 27º Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (27º ENCOB) já está disponível e começa a revelar a dimensão de um dos principais encontros brasileiros dedicados à gestão participativa das águas. Com o tema “Água, Governança e Inclusão: Conexões para o Futuro das Bacias”, o 27º ENCOB será realizado de 7 a 12 de dezembro de 2026, em Fortaleza (CE), reunindo diferentes vozes e perspectivas para discutir os desafios e as oportunidades relacionados à água, à sustentabilidade e à governança dos recursos hídricos. A programação foi construída para promover não apenas debates técnicos, mas também trocas de experiências, diálogo entre diferentes setores e reflexão sobre o futuro das bacias hidrográficas. A proposta é aproximar conhecimento, território e participação social, valorizando a diversidade de atores que fazem parte da gestão das águas no Brasil. Segundo Thamires Mercês Gomes, componente da Comissão de Organização Geral do 27º ENCOB e integrante da Comissão de Programação, a construção da agenda buscou traduzir a pluralidade que caracteriza os Comitês de Bacias Hidrográficas. “Estamos construindo uma programação que pretende ir além das discussões tradicionais sobre recursos hídricos. Queremos trazer diferentes olhares, experiências e conhecimentos para que o participante se reconheça nos debates e, ao mesmo tempo, saia provocado a pensar em novas possibilidades para a gestão das águas.” Para Áquila Gondim, membro da Comissão de Programação, a agenda foi pensada para estimular conexões e ampliar o diálogo entre diferentes segmentos. “A programação foi construída pensando na diversidade de pessoas e instituições que participam do ENCOB. A ideia é oferecer conteúdos relevantes, provocar discussões e criar espaços para que experiências diferentes possam se encontrar. O resultado é uma agenda bastante dinâmica e conectada aos desafios atuais da gestão das águas.” Ao longo dos seis dias de evento, o público poderá acompanhar uma programação que reúne painéis, diálogos, debates e momentos de integração, abordando temas relacionados à governança da água, sustentabilidade, mudanças climáticas, cidades, produção, energia, inovação, participação social, povos e comunidades tradicionais, comunicação, dados, segurança hídrica e os diferentes usos da água. Mais do que acompanhar uma série de atividades, participar do 27º ENCOB será uma oportunidade de encontrar quem vive, pesquisa, administra, utiliza e defende as águas brasileiras, fortalecendo a articulação entre os Comitês de Bacias e os diversos setores envolvidos na construção de uma gestão hídrica cada vez mais democrática e integrada. A programação disponibilizada neste momento é preliminar e poderá passar por atualizações até a realização do evento. A programação preliminar já está disponível para consulta. Acesse, confira os temas e prepare-se para viver o 27º ENCOB. Clique aqui para baixar a programação preliminar do 27º ENCOB. Programação Preliminar 27º ENCOB — Água, Governança e Inclusão: Conexões para o Futuro das Bacias7 a 12 de dezembro de 2026 | Fortaleza – Ceará