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Oficina Sustentabilidade na Administração Pública
A Oficina "Responsabilidade Socioambiental e Sustentabilidade na Administração Pública" será promovida por Patrícia Barbosa Fazano - Vice-Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Médio Paranapanema (CBH-MP), durante o primeiro dia do XXI ENCOB ​(21/10, de 09 às 17 horas). ​ O objetivo desta oficina é estimular os gestores públicos a incorporar princípios e critérios de gestão socioambiental em suas atividades rotineiras, levando à economia de recursos naturais e à redução de gastos institucionais por meio do uso racional dos bens públicos, ao correto gerenciamento dos resíduos sólidos, às contratações públicas sustentáveis, às construções sustentáveis, à sensibilização e capacitação e à qualidade de vida no ambiente de trabalho. A sociedade precisa adotar novos referenciais de produção e consumo de bens materiais, tendo em vista a construção do desenvolvimento sustentável no País, como agentes de mudança e construtor de um novo pensar. Focar na importância que as instituições possuem em “dar o exemplo” para redução de impactos socioambientais negativos. Faremos a interação desta agenda com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). A Agenda Ambiental na Administração Pública–A3P é um projeto que se iniciou no Ministério do Meio Ambiente, em 1999, e possui um papel estratégico na revisão dos padrões de produção e consumo e na adoção de novos referenciais em busca da sustentabilidade socioambiental no âmbito da administração pública. A A3P é uma agenda pioneira e um marco indutor de ações de sustentabilidade nos órgãos públicos. Parte do princípio de que a administração pública deve dar o exemplo na mudança dos padrões de produção e consumo. A agenda não é restrita ao meio ambiente. É mais ampla, trata de sustentabilidade, ou seja, envolve reduzir desperdícios, economizar recursos naturais e recursos públicos, proteger o meio ambiente e proporcionar qualidade de vida no trabalho. Atualmente, é a principal ação para o estabelecimento de um novo padrão de responsabilidade nas atividades-meio da gestão pública. A A3P foi concebida com o objetivo principal de estimular os gestores públicos a incorporar princípios e critérios socioambientais nas ações e na atuação do governo, levando à economia de recursos naturais e à redução de gastos institucionais por meio do uso racional de bens e serviços e da gestão adequada dos resíduos. Para atingir seus objetivos, a A3P foi estruturada em torno de várias atividades estratégicas, baseados em seis eixos temáticos prioritários:  Gestão dos resíduos gerados;   Uso racional dos recursos naturais e bens públicos;   Construções, reformas e ampliações sustentáveis;   Compras públicas sustentáveis;   Qualidade de vida no ambiente de trabalho; e    Sensibilização e capacitação dos servidores.  A preocupação com a sustentabilidade no âmbito das instituições públicas tem sido cada vez mais frequente, onde os próprios administradores e demais servidores assumem atitudes profissionais mais eficientes em prol da gestão socioambiental, passando a ser os principais protagonistas destas mudanças.  A administração pública deve ser incentivada a realizar ações de sustentabilidade, no sentido de dar o exemplo, contribuindo com o processo de sensibilização, responsabilidade e inserção de critérios socioambientais, visando mudanças de hábitos e de práticas capazes de transpor o discurso em direção ao compromisso efetivo da construção de uma nova cultura institucional na instituição pública. Quando aplicamos a Gestão das Águas na Agenda Ambiental, nos deparamos com a escassez de água potável que está entre os grandes desafios da humanidade a serem resolvidos pelas gerações futuras, juntamente com a geração de energia, produção de alimentos, melhor distribuição das riquezas, entre outros. Inúmeras são as previsões relativas à escassez de água, em consequência da desconsideração da sua esgotabilidade. A água é um dos recursos naturais fundamentais para as diferentes atividades humanas e para a vida, de uma forma geral. O ciclo da água no mundo faz com que a distribuição do recurso hídrico seja naturalmente irregular, determinando áreas muito úmidas e outras muito secas. Embora a disponibilidade de água per capita do Brasil indique uma situação satisfatória, quando comparada aos demais países, grande parte desse recurso encontra-se na região Amazônica, que representa o menor contingente populacional do país. Devemos, ainda, considerar a alteração do ciclo hidrológico causada pelo homem, tornando o recurso água ainda mais escasso no mundo. Dentre os motivos, temos as perdas físicas devido ao desperdício e aos vazamentos, além do aumento da demanda populacional. Conheça um pouco mais sobre a palestrante:  Advogada pela Universidade Estadual de Londrina (UEL); Especialista em Educação Ambiental pela Universidade de Brasília (UnB); Especialista em Gestão Ambiental pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar); Especialista em Gestão Pública pela Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA); Especialista em Direito Ambiental pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER). É Perita Judicial Ambiental. Foi diretora-executiva do Consórcio Intermunicipal do Vale do Paranapanema (CIVAP); Participou da fundação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Médio Paranapanema (CBH-MP); secretária de Meio Ambiente da Estância Turística de Paraguaçu Paulista (SP), sendo interlocutora dos Programas Ambientais Município VerdeAzul e Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P); também foi consultora profissional e técnica junto à ONU Meio Ambiente e Ministério do Meio Ambiente ministrando os Cursos de Capacitação de Sustentabilidade na Administração Pública (A3P) em 14 capitais do país (2017) e em 13 municípios da Região Sudeste (2018). É Vice-Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Médio Paranapanema (CBH-MP); É Assessora de Diretoria Adjunta da Fundação Florestal – SIMA/SP; Gestora da Estação Ecológica dos Caetetus em Gália (SP) - Fundação Florestal - SIMA / SP; Presidente do Conselho Consultivo da Estação Ecológica dos Caetetus em Gália (SP) - Fundação Florestal - SIMA / SP.  
ZEE será debatido na Arena Expo
O Zoneamento Ecológico-Econômico do Paraná será o tema apresentado por Danielle Prim, do Instituto de Terras, Cartografia e Geologia do Paraná, no espaço Arena Expo, na terça-feira (22/10/2019) de 18:00 - 18:45, durante a programação do XXI ENCOB. Em sua fala, Danielle abordou o ZEE do Paraná, seu arcabouço legal, o processo construtivo do ZEE no Paraná, seus produtos e usos como ferramenta de planejamento para entes públicos e privados. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, o ZEE é um instrumento para planejar e ordenar o território brasileiro, harmonizando as relações econômicas, sociais e ambientais que nele acontecem. Demanda um efetivo esforço de compartilhamento institucional, voltado para a integração das ações e políticas públicas territoriais, bem como articulação com a sociedade civil, congregando seus interesses em torno de um pacto pela gestão do território. O ZEE é ponto central na discussão das questões fundamentais para o futuro do Brasil como, por exemplo, a questão da Amazônia, do Cerrado, do Semi-árido Brasileiro, dos Bio-combustíveis e das Mudanças Climáticas. O zoneamento ecológico-econômico (ZEE), instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente regulamentado pelo decreto nº 4.297/2002, tem sido utilizado pelo poder público com projetos realizados em diversas escalas de trabalho e em frações do território nacional. Municípios, estados da federação e órgãos federais têm executado ZEEs e avançado na conexão entre os produtos gerados e os instrumentos de políticas públicas, com o objetivo de efetivar ações de planejamento ambiental territorial. O ZEE tem como objetivo viabilizar o desenvolvimento sustentável a partir da compatibilização do desenvolvimento socioeconômico com a proteção ambiental. Para tanto, parte do diagnóstico dos meios físico, socioeconômico e jurídico-institucional e do estabelecimento de cenários exploratórios para a proposição de diretrizes legais e programáticas para cada unidade territorial identificada, estabelecendo, inclusive, ações voltadas à mitigação ou correção de impactos ambientais danosos porventura ocorridos.   Conheça mais sobre a organização: O ITCG é uma autarquia, criada pela Lei 14889, de 04 de novembro de 2005, sendo estruturado por um Conselho de Administração e apoiado por quatro Diretorias: Terras, Geociências, Administrativo-Financeira e Jurídica. Executa a política fundiária no Paraná, tendo por finalidade a colonização e o desenvolvimento rural do Estado, a execução de serviços cartográficos, a elaboração do cadastro territorial rural e de sua estatística imobiliária, bem como a pesquisa nas áreas fundiária, agrária, geociências e geologia. O Instituto pauta suas ações pelas demandas públicas e privadas relativas à ocupação territorial do Paraná e pelas questões fundiárias daí decorrentes, orientando-se por uma política de democratização do uso da terra, de forma ambientalmente sustentável e socialmente justa, que amplie o acesso às informações cartográficas e cadastrais e aos instrumentos de intervenção fundiária e gestão territorial.   
O papel da educação ambiental e da capacitação na gestão de recursos hídricos
A Oficina "O papel da educação ambiental e da capacitação na gestão de recursos hídricos" tem como objetivo reunir educadores ambientais, comunicadores e mobilizadores sociais atuantes na gestão de recursos hídricos, a fim de promover a aprendizagem em indicadores de monitoramento de políticas públicas de Educação Ambiental, por meio do diálogo, da troca de experiências, do aporte teórico-conceitual e da formação de multiplicadores, com vistas ao aprimoramento da Gestão Integrada de Recursos Hídricos. A atividade será promovida por Especialistas em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas-ANA, será realizada no dia 21 de outubro de 2019 (segunda-feira) durante a programação do Encob.​ Público alvo Membros da CTEM/CNRH, Câmaras Técnicas e grupos de trabalho de Educação Ambiental dos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos e dos Comitês de Bacia Hidrográfica; poder público, usuários e sociedade civil, gestores de recursos hídricos, estudiosos e especialistas que atuam com educação ambiental na gestão de recursos hídricos.   A Oficina será realizada por Renata Rozendo Maranhão (ANA); Luis Gustavo Miranda Mello (ANA) e Maria Henriqueta Andrade Raymundo (ANPPEA - Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental). Conheça um pouco mais sobre os especialistas: Renata Rozendo Maranhão Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas onde atua na área de Capacitação do SINGREH. Presidente da Câmara Técnica de Educação, Capacitação, Mobilização Social e Informação em Recursos Hídricos – CTEM do CNRH. Atuou durante 15 anos no Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente como técnica temporária em políticas públicas, analista ambiental, gerente de projetos e diretora de educação ambiental. Mestre em Ciências Florestais, Especialista em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal e Graduada em Engenheira Florestal. Luis Gustavo Miranda Mello Graduado em Oceanologia pela FURG, Mestre em Aquicultura pela UFSC, Especialista em Recursos Hídricos da ANA desde 2003, atuando na área de capacitação para o Sistema Nacional de Recursos Hídricos e em ciência e tecnologia para a gestão de recursos hídricos. Desde 2014 também atua em processos de planejamento participativo junto aos comitês de bacia hidrográfica. Maria Henriqueta Andrade Raymundo Coordenadora da secretaria executiva da ANPPEA- Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental. Presidente do Fundo Brasileiro de Educação Ambiental (FunBEA). Pesquisadora da Oca - Laboratório de Educação e Política Ambiental da ESALQ/USP. Perita Sênior em Indicadores do Diálogos Setoriais da União Europeia – Brasil. Pesquisadora no Projeto - Recursos hídricos na Bacia do Paraíba do Sul: integrando aspectos naturais e antrópicos do CCST/INPE, financiado pela CAPES/ANA. Mestra em ciências florestais e graduada em ciências biológicas.   Ementa A oficina visa mobilizar os diversos atores do SINGREH para discussão de indicadores de monitoramento e avaliação de ações e políticas públicas de educação ambiental desenvolvidas no âmbito das instâncias colegiadas do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Com esse propósito, terá um momento de exposição do processo de construção de indicadores de monitoramento e avaliação de políticas públicas de educação ambiental, desenvolvido pela Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental - ANPPEA, seguido de trabalhos em grupo para mapeamento e aprofundamento das ações e políticas públicas de capacitação e de educação ambiental. Programação​ 08h30: Apresentações dos participantes​ 09h30:  Contextualização do processo de construção de indicadores de monitoramento e avaliação de Políticas Públicas de Educação Ambiental da ANPPEA​ 10h30: Apresentação sobre indicadores, monitoramento e políticas públicas​ 12h30: Intervalo para almoço​ 14h00: Trabalho em grupo​ 16h30: Mesa inspiradora: O papel da Capacitação e das Políticas Públicas de Educação Ambiental no fortalecimento dos Comitês de Bacias   Todas as atividades são gratuitas e haverá emissão de certificado aos participantes.  Para se inscrever no ENCOB, nos cursos e saber mais detalhes sobre o evento acesse o site: https://www.encob.org/encob2019  
O papel da educação ambiental e da capacitação na gestão de recursos hídricos
A Oficina "O papel da educação ambiental e da capacitação na gestão de recursos hídricos" tem como objetivo reunir educadores ambientais, comunicadores e mobilizadores sociais atuantes na gestão de recursos hídricos, a fim de promover a aprendizagem em indicadores de monitoramento de políticas públicas de Educação Ambiental, por meio do diálogo, da troca de experiências, do aporte teórico-conceitual e da formação de multiplicadores, com vistas ao aprimoramento da Gestão Integrada de Recursos Hídricos. A atividade será promovida por Especialistas em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas-ANA, será realizada no dia 21 de outubro de 2019 (segunda-feira) durante a programação do Encob. ​ Público alvo Membros da CTEM/CNRH, Câmaras Técnicas e grupos de trabalho de Educação Ambiental dos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos e dos Comitês de Bacia Hidrográfica; poder público, usuários e sociedade civil, gestores de recursos hídricos, estudiosos e especialistas que atuam com educação ambiental na gestão de recursos hídricos.   A Oficina será realizada por Renata Rozendo Maranhão (ANA); Luis Gustavo Miranda Mello (ANA) e Maria Henriqueta Andrade Raymundo (ANPPEA - Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental). Conheça um pouco mais sobre os especialistas: Renata Rozendo Maranhão Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas onde atua na área de Capacitação do SINGREH. Presidente da Câmara Técnica de Educação, Capacitação, Mobilização Social e Informação em Recursos Hídricos – CTEM do CNRH. Atuou durante 15 anos no Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente como técnica temporária em políticas públicas, analista ambiental, gerente de projetos e diretora de educação ambiental. Mestre em Ciências Florestais, Especialista em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal e Graduada em Engenheira Florestal. Luis Gustavo Miranda Mello Graduado em Oceanologia pela FURG, Mestre em Aquicultura pela UFSC, Especialista em Recursos Hídricos da ANA desde 2003, atuando na área de capacitação para o Sistema Nacional de Recursos Hídricos e em ciência e tecnologia para a gestão de recursos hídricos. Desde 2014 também atua em processos de planejamento participativo junto aos comitês de bacia hidrográfica. Maria Henriqueta Andrade Raymundo Coordenadora da secretaria executiva da ANPPEA- Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental. Presidente do Fundo Brasileiro de Educação Ambiental (FunBEA). Pesquisadora da Oca - Laboratório de Educação e Política Ambiental da ESALQ/USP. Perita Sênior em Indicadores do Diálogos Setoriais da União Europeia – Brasil. Pesquisadora no Projeto - Recursos hídricos na Bacia do Paraíba do Sul: integrando aspectos naturais e antrópicos do CCST/INPE, financiado pela CAPES/ANA. Mestra em ciências florestais e graduada em ciências biológicas.   Ementa A oficina visa mobilizar os diversos atores do SINGREH para discussão de indicadores de monitoramento e avaliação de ações e políticas públicas de educação ambiental desenvolvidas no âmbito das instâncias colegiadas do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Com esse propósito, terá um momento de exposição do processo de construção de indicadores de monitoramento e avaliação de políticas públicas de educação ambiental, desenvolvido pela Articulação Nacional de Políticas Públicas de Educação Ambiental - ANPPEA, seguido de trabalhos em grupo para mapeamento e aprofundamento das ações e políticas públicas de capacitação e de educação ambiental. Programação​ 08h30: Apresentações dos participantes​ 09h30:  Contextualização do processo de construção de indicadores de monitoramento e avaliação de Políticas Públicas de Educação Ambiental da ANPPEA​ 10h30: Apresentação sobre indicadores, monitoramento e políticas públicas​ 12h30: Intervalo para almoço​ 14h00: Trabalho em grupo​ 16h30: Mesa inspiradora: O papel da Capacitação e das Políticas Públicas de Educação Ambiental no fortalecimento dos Comitês de Bacias   Todas as atividades são gratuitas e haverá emissão de certificado aos participantes.  Para se inscrever no ENCOB, nos cursos e saber mais detalhes sobre o evento acesse o site: https://www.encob.org/encob2019
Arena Expo - Monitoramento e Previsão Hidrometeorológicos de Bacias Hidrográficas
A palestra "Monitoramento e Previsão Hidrometeorológicos de Bacias Hidrográficas" será ministrada por Eduardo Alvim Leite, Diretor Presidente do SIMEPAR, no espaço Arena Expo, na terça-feira (22/10/2019) de 09:45 - 10:30, durante a programação do XXI ENCOB. Em sua fala, Eduardo Alvim apresentará a experiência de mais de 20 anos do SIMEPAR no monitoramento, previsão e alerta de variáveis de natureza hidrológica, meteorológica e ambiental e no desenvolvimento de pesquisas, sistemas e produtos de aplicação dessas informações em múltiplos setores, com destaque para a gestão de recursos hídricos. Serão realçados na palestra tanto a necessária integração de tecnologias diversas como o sensoriamento remoto e geoprocessamento, a telemetria e automação, a computação científica e técnicas de inteligência artificial e big data; quanto a busca permanente de formalização e otimização dos processos decisórios usuários das informações geradas. Conheça mais sobre o palestrante: Eduardo possui Graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1982), mestrado em Administração pela Universidade Federal do Paraná (1994) e doutorado em Engenharia Civil, área de Recursos Hídricos e Meio Ambiente pela COPPE / Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008). Atualmente é diretor presidente do Sistema Meteorológico do Paraná - SIMEPAR. Já atuou como analista de sistemas, engenheiro, pesquisador, gerente e diretor de instituições tecnológicas. Possui como áreas de concentração a Administração da Inovação, Sistemas de Informações Ambientais e Modelos de Tomada de Decisão sob Incertezas.   Conheça mais sobre a empresa: O Sistema Meteorológico do Paraná - SIMEPAR - é uma entidade de direito privado e interesse público, sem fins lucrativos, vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo - SEDEST.  Segundo informações, possui uma equipe altamente qualificada, que combina tecnologia e um modelo de gestão empresarial orientado para a qualidade e inovação com responsabilidade social, nosso corpo técnico é formada por profissionais, pesquisadores e consultores com graduação e pós-graduação em tecnologia, ciências exatas, atmosféricas e ambientais. Dentro do conceito de gestão do conhecimento, é investido em qualificação, atualização, desenvolvimento de habilidades e competências.   
Workshop Segurança de barragens
A Segurança de Barragens foi regulamentada no Brasil pela Lei 12.334, de 20 de setembro de 2010. A lei abrange barragens com altura do maciço maior ou igual a 15 m e capacidade total do reservatório maior ou igual a 3.000.000 m3, além dos reservatórios que contenham resíduos perigosos conforme normas técnicas aplicáveis e barragens que enquadram na categoria de dano potencial associado, médio ou alto, em termos econômicos, sociais, ambientais ou de perda de vidas humanas. A norma ainda estabelece os entes responsáveis pela fiscalização da segurança de barragens, que no caso do Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos, atribui ao órgão outorgante a competência de fiscalização para barragens de água. Em que pese a competência de fiscalização para requisitos de segurança se ater às barragens de água, as barragens de rejeitos de atividades minerárias, geração de energia e efluentes industriais estando localizadas em corpos de água de domínio estadual ou federal, se relacionam diretamente com a gestão das bacias hidrográficas. As barragens dos diversos tipos têm funções importantes na reservação de água para a garantia da segurança hídrica, geração de energia, amortecimento de cheias, como também traz desafios à gestão das bacias. As barragens de rejeitos e de efluentes industriais geram riscos à qualidade das águas e provimento aos usos múltiplos. Pretende-se abordar as seguintes questões: 1- O papel dos seus entes integrantes, como órgão gestor e comitês de bacias. 2- Como os instrumentos de gestão, planos de bacias, por exemplo, podem contribuir para o aprimoramento na gestão de barragens e sua relação com a gestão das bacias hidrográficas. A moderação será realizada por Marília de Carvalho Melo, diretora do Instituto Mineiro de Gestão das Águas - IGAM, e contará com presença de:  ​ Rodrigo Flecha Ferreira Alves, da ANA - Agência Nacional de Águas​ Marcus Vinicius Polignano, Coordenador do Fórum Mineiro de CBHs;  José Generoso, Promotor de Justiça – Coordenador Regional das Promotorias de Justiça de Meio Ambiente das Bacias dos Rios das Velhas e Paraopeba;  José Silva, Coordenador da Comissão Externa de Brumadinho na Câmara dos Deputados;  Victor Hugo Froner, Diretor da Agência Nacional de Mineração;  Vicente Andreu, Ex diretor da da ANA - Agência Nacional de Águas​ ENCOB2019  
As inscrições para as visitas técnicas do XXI ENCOB já estão abertas
Em parceria com a Itaipu Binacional foram selecionados 8 roteiros para as visitas técnicas do XXI ENCOB. As atividades serão realizadas simultaneamente. ​  Requisitos para participação: estar inscrito no XXI ENCOB;  O inscrito  deverá preencher o formulário especifico para visita técnica (na interface de inscrição do ENCOB) preenchendo todos os dados solicitados (nome, RG, CPF, data de nascimento, nome da mãe).   Selecionar a visita e o dia que deseja participar. As visitas técnicas ocorrerão no mesmo horário, concomitantemente. (cada participante poderá se inscrever apenas em um roteiro por dia).   ATENÇÃO AO PREENCHIMENTO CORRETO DO FORMULÁRIO. Qualquer divergência poderá impedir o EMBARQUE do inscrito e acesso ao local pretendido para visitar.   As inscrições para as visitas técnicas ocorrerão, impreterivelmente, até o dia 17/10/2019 a 00:00.  Em estrito cumprimento às normas da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu e da Itaipu Binacional, os participantes do XXI ENCOB que não se inscreverem para as visitas técnicas até a data limite do dia 17/10/2019 não poderão participar das atividades.   O inscrito deverá comparecer ao ponto de Embarque do Hotel Rafain Palace com 15 minutos de antecedência (7h15), portando seu crachá de inscrito e documento de identificação constando o número da identidade e CPF digitados no formulário de inscrição. Roteiros VISITA 1. Gestão integrada de resíduos sólidos (Santa Terezinha de Itaipu)  Descrição: visita técnica à unidade modelo de triagem de resíduos sólidos do município de Santa Terezinha de Itaipu. Os participantes irão conhecer como se dá o trabalho associativo dos catadores, a importância das parceiras entre o poder público (prefeituras), a iniciativa privada e governamental juntamente com a organização dos próprios catadores. O barracão é referência regional e nacional e funciona atualmente como um centro de capacitação para os demais municípios, tornando-se uma estrutura educadora.  ​  Conteúdos: gestão integrada de resíduos sólidos, coleta seletiva, educação ambiental, segurança hídrica, parcerias institucionais, inclusão social, desenvolvimento territorial sustentável.   VISITA 2. Refúgio Biológico Bela Vista  Descritivo: os participantes irão percorrer com técnicos da Itaipu as trilhas da fauna e da flora do Refúgio Biológico Bela Vista, uma estrutura voltada à conservação da biodiversidade, à pesquisa e ao turismo educativo. Além das trilhas e seus conteúdos específicos também será visitada a Casa da Semente e a produção de mudas que são usadas nos reflorestamentos da região incluindo as ações do Programa de Gestão de Bacias Hidrográficas.​  Conteúdos: conservação da biodiversidade (fauna e flora), reprodução assistida de espécies ameaçadas, seqüestro de carbono, reflorestamento. ​  ​ VISITA 3. Gestão de Bacias Hidrográficas (Itaipulândia/Missal)  Descritivo: os participantes irão conhecer através de um gestor de bacias da Itaipu as ações realizadas através dos convênios estabelecidos entre a Itaipu e os Municípios que compõem seu território de abrangência, tais como adequação de estradas, recuperação de nascentes, reflorestamento, abastecedouros comunitários, educação ambiental com os agricultores, entre outros. ​  Conteúdos abordados: conceito de microbacia e bacia hidrográfica, ações para a segurança hídrica (recuperação de nascentes, recomposição da mata ciliar e cerca, adequação de estradas, terraceamento, abastecedouros comunitários) convênios Itaipu e Municípios, parcerias institucionais, educação ambiental e desenvolvimento territorial sustentável.  VISITA 4. Usina de Itaipu – Planta de Biogás e Mobilidade Elétrica Sustentável (Central Hidrelétrica de Itaipu) ​  Descritivo: Os participantes irão conhecer a Unidade Geradora de Biogás que fica dentro a Usina Hidrelétrica de Itaipu, uma parceria da Itaipu com o Centro Internacional de Biogás do Parque Tecnológico. A unidade serve de referência para a construção de outras unidades e realiza um trabalho de pesquisa e desenvolvimento. O biogás produzido é utilizado em parte da frota da Itaipu. Na sequência será realizada a visita ao Centro de Mobilidade Elétrica Sustentável da Itaipu que, em parceria com diversas instituições e o Parque Tecnológico, realiza a fabricação de transportes elétricos e o desenvolvimento de baterias.​  Conteúdos: gestão integrada de resíduos, desenvolvimento territorial, veículos elétricos, pesquisa e desenvolvimento de baterias, combate às mudanças climáticas, emissão zero, smart grid e parcerias institucionais.    VISITA 5. Parque Nacional do Iguaçu (Foz do Iguaçu)  ​  Descritivo: Visita ao Parque Nacional do Iguaçu e Cataratas do Iguaçu, história do Parque, importância das Unidades de Conservação e recursos hídricos do PNI.   Conteúdos: conversação da biodiversidade, turismo sustentável e recursos hídricos.   VISITA 6. Agricultura familiar e orgânica (Foz do Iguaçu)  ​  Descritivo: os participantes irão conhecer uma propriedade orgânica modelo no município de Foz do Iguaçu e, juntamente com o dono da propriedade e um técnico do Programa de Desenvolvimento Rural Sustentável da Itaipu, obter informações sobre esse tipo de agricultura e seus desdobramentos.   Conteúdos: agricultura sustentável,  Rede ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural), conservação da biodiversidade, segurança hídrica, segurança alimentar, certificação participativa, parcerias institucionais.  VISITA 7. Ecomuseu  ​  Descritivo: visita ao Ecomuseu de Itaipu acompanhada por uma museóloga da Itaipu que irá apresentar o acervo e conteúdos de forma mais aprofundada. O Ecomuseu é uma estrutura educadora da Itaipu e visa preservar a memória institucional da Itaipu e do território aliada a preservação ambiental.  ​  Conteúdos: memória, cultura, patrimônio, conceito de ecomuseu, território e desenvolvimento cultural, acervo histórico da Itaipu e região.   VISITA 8. Canal da Piracema, Laboratório de Ictiologia e Bioflocos   Descritivo: a visita guiada por um bióloga da Itaipu irá apresentar o canal da piracema e seu funcionamento detalhado, as pesquisas desenvolvidas pelo laboratório na marcação de espécies e a tecnologia dos bioflocos (BFT) que utiliza partículas suspensas como uma espécie de filtro biológico, deixando a água sempre em condições para o cultivo de peixe.  ​  Conteúdos: reprodução e migração de peixes, conversação da biodiversidade, usos múltiplos do reservatório, pesquisa e desenvolvimento, bioflocos.   Informações importantes:  Horário de embarque: 07:30 Local de embarque: Entrada do Hotel Rafain Palace   Datas 22 de outubro de 2019 (TERÇA-FEIRA)  23 de outubro de 2019 (QUARTA-FEIRA)   Duração da Visita: 07h30 até às 12h00 Vagas: Serão disponibilizadas 40 vagas por Visita (por dia).    AS VAGAS PARA CADA VISITA SERÃO PRENCHIDAS POR ORDEM DE CHEGADA. Recomendações: É aconselhável que os participantes usem roupas confortáveis, tenis, boné e protetor solar.   SE VOCÊ JÁ SE INSCREVEU NO XXI ENCOB Acesse a interface de inscrição e clique em ADICIONAR VISITA. Se você já se inscreveu em uma oficina clique no botão editar ou alterar localizado na coluna ações ao lado da sua atual opção de atividade   SE VOCÊ AINDA NÃO SE INSCREVEU NO XXI ENCOB Clique aqui e se inscreva no evento, e no final do processo de inscrição, clique em finalizar para acessar a interface de inscrição, oportunidade em que deverá clicar em ADICIONAR VISITA.
Estratégias e Ferramentas para apoio à implementação de Planos - XXI ENCOB
A Oficina "Estratégias e Ferramentas para apoio à implementação de Planos" será promovida por Especialistas em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas-ANA, no primeiro dia do XXI ENCOB (21 de outubro de 2019, segunda-feira). A atividade contará com palestras introdutórias, discussão dirigida em grupos e trabalho prático. Tendo como objetivo geral oferecer capacitação aos participantes na compreensão dos Planos de Recursos Hídricos – PRH e articulações necessárias para a sua implementação, assim como no acompanhamento da execução das ações e disponibilização das informações da implementação dos PRHs. Outros pontos também importantes: Oferecer noções para a compreensão dos PRHs; Sensibilizar organismos de bacia e órgãos gestores de recursos hídricos da necessidade de divulgação periódica das informações da implementação dos PRHs; Demonstrar metodologias e ferramentas que podem ser aplicadas no acompanhamento da implementação dos PRHs; Disponibilizar um modelo de relatório simplificado para divulgação periódica das informações relativas ao estágio atual da implementação de um plano de bacia; Dar compreensão do que é um Manual Operativo do Plano; Apresentar um conjunto de indicadores de acompanhamento de um PRH Público alvo Membros de comitês de bacia hidrográficas, de escritórios de apoio de comitês, de agências de bacias, técnicos e profissionais de órgãos gestores de recursos hídricos, membros do Ministério Público e Tribunal de Contas, sociedade civil.  Atenção: esta atividade possui um número de vagas limitados a 50 participantes.  A Oficina será realizada por Luciana Aparecida Zago de Andrade; Gonzalo Álvaro Vázquez Fernández; Carolina Arantes; Marcelo Mazzola. Conheça um pouco mais sobre os especialistas: Luciana Aparecida Zago de Andrade Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (1997), especialização em Ecologia pela Universidade de Brasília (1999) e doutorado em Ecologia pela Universidade de Brasília (2002). É Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas, atuando atualmente como Coordenadora de Planos de Recursos Hídricos. Tem experiência nas áreas de Ecologia de Ecossistemas, Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos. Gonzalo Álvaro Vázquez Fernández Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1991) e Mestrado em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1996) e MBA em Gestão Estratégica de TI (2015).  É Especialista em Geoprocessamento da Agência Nacional de Águas, alocado no momento na Coordenação de Planos de Recursos Hídricos no acompanhamento da implementação de planos de recursos hídricos e compatibilização de bases de dados. Carolina Arantes Possui Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade de Brasília (2000) e Mestrado em Biologia Animal pela Universidade de Brasília (2004). É Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas e atua na Coordenação de Gestão de Projetos. Experiência na área de recursos hídricos e qualidade da água Marcelo Mazzola Possui graduação em Engenharia Agrícola pela Universidade Estadual de Campinas (2000) e mestrado em Engenharia Agrícola pela Universidade Estadual de Campinas (2003). É Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas e atualmente é Coordenador de Gestão de Projetos. Tem experiência na área de recursos hídricos e saneamento.   Ementa Módulo 1A • Elaboração dos PRHs e seus avanços; • A importância dos objetivos dos PRHs e o foco na implementação; • Manual Operativo dos Planos – MOP; • Indicadores de desempenho e indicadores de resultado; • O PRH como ponto de partida para outros instrumentos e planos. Módulo 1B • A necessidade da implementação dos PRHs e importância do seu acompanhamento; • Metodologias e ferramentas para acompanhamento da implementação dos PRHs; • Modelo de relatório de acompanhamento da implementação dos PRHs; • Periodicidade de divulgação dos relatórios de acompanhamento dos PRHs. Módulo 2 (3 horas) Trabalho prático.   Recomendações aos inscritos Aqueles que puderem deverão trazer notebook ou laptop para realização das atividades práticas, que demandarão pesquisas nas páginas oficiais dos comitês de bacias e dos órgãos gestores.   Todas as atividades são gratuitas e haverá emissão de certificado aos participantes.  Para se inscrever no ENCOB, nos cursos e saber mais detalhes sobre o evento acesse o site: https://www.encob.org/encob2019
Estudo detalhado sobre o Ribeirão Santa Isabel, em Paracatu, orienta iniciativas
Trabalho apoiado pelo Sebrae Minas visa garantir o abastecimento de água para a população e a sustentabilidade das atividades produtivas da região Passados dois anos da maior crise hídrica já registrada na história de Paracatu, que afetou moradores e paralisou importantes atividades econômicas no município, obras para a revitalização da bacia hidrográfica do Ribeirão Santa Isabel estão sendo executadas na região. Com a entrega do resultado do estudo de Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP), feito pelo Sebrae Minas e pela Associação dos Produtores Rurais e Irrigantes do Noroeste de Minas Gerais (Irriganor), com apoio da Prefeitura de Paracatu, em 22 de março deste ano, ações e recursos estão sendo direcionados para resolver o problema do ribeirão que abastece a cidade e propriedades rurais. Um recurso de R$ 800 mil do Governo do Estado de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas (Seapa), está sendo utilizado na construção de bacias de captação de águas pluviais, terraceamento e adequação de trechos de estradas. O projeto executado pela Emater-MG, desde julho, está na terceira das quatro etapas previstas de intervenção na região.  Com apoio da Prefeitura de Paracatu, por meio das secretarias de Meio Ambiente e Agricultura, estão sendo construídas 810 barraginhas para a captação de águas da chuva e 100 quilômetros de terraços (curva de nível) para drenagem e infiltração da água. “A ideia é que, em médio prazo, o volume da água do ribeirão aumente de acordo com os regimes de chuvas”, explica o extensionista agropecuário da Emater Carlos Henrique da Silva. A previsão é que o projeto seja finalizado até o final de 2019. Outro recurso destinado à revitalização da bacia já está aprovado pela diretoria do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF). Serão aplicados R$ 1,5 milhão para a adequação das estradas que cortam a região. De acordo com o coordenador da câmara consultiva do CBH do Alto São Francisco, Adson Ribeiro, o Comitê indicou, a partir do estudo de Zoneamento Ambiental Produtivo, a revitalização do Ribeirão Santa Isabel como projeto especial do Alto São Francisco. “Os dados do estudo indicam que os pontos mais críticos da bacia são as estradas, principais responsáveis pela morte dos corpos d'água. Portanto, vamos utilizar esse recurso para a adequação das estradas da bacia, onde teremos o retorno mais rápido”, explica.  Para o presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda, a bacia do Rio Paracatu, que pertence à sub-bacia do Santa Isabel, é estratégica para o São Francisco como um todo. “Estamos muito felizes com a escolha do Santa Isabel para aplicar o recurso na região. O Rio Paracatu, por ser o maior afluente do São Francisco, precisa de ações estratégicas, em conjunto com os irrigantes, com intervenções capazes de melhorar as condições ambientais e possibilitar o aumento da produção de água na bacia”. A expectativa é que a Agência Peixe Vivo, braço executivo do CBHSF, comece as obras na região no início de 2020. Entre outras propostas apontadas pelo ZAP estão a proteção de nascentes, recuperação de áreas degradadas e a construção de quatro barragens ao longo da calha do rio. No que se refere à construção de barragens, a presidente da Irriganor, Rowena Petroll, explica que a entidade está trabalhando no sentido de criar um ambiente favorável para mudar a legislação estadual, que atualmente impede esse tipo de intervenção. “Estamos tentando, junto à Secretaria Estadual de Agricultura, a adequação da legislação para que possamos resolver essa adversidade. Com as barragens poderemos ampliar a disponibilidade hídrica da bacia e solucionar o problema de abastecimento de água em Paracatu”. Segundo ela, o ZAP realizado em Paracatu apontou, com precisão, os pontos prioritários para a revitalização da Bacia do Ribeirão Santa Isabel. Este modelo de estudo será usado como referência para iniciativas orientadas para as outras 62 bacias hidrográficas de Minas Gerais. Para o gerente da Regional Noroeste e Alto Paranaíba do Sebrae Minas, Marcos Alves, o ZAP possibilita ações mais adequadas para resolver a questão da escassez hídrica no município. Segundo ele, embora a cidade esteja passando novamente por um período de seca, com baixa do nível de água no ribeirão, intervenções importantes estão sendo feitas na bacia. “A partir dos dados do ZAP do Santa Isabel está sendo possível direcionar a atuação da Emater na recuperação da região e também atrair recursos do Comitê da Bacia do Rio São Francisco. Isso demonstra que as entidades estão preocupadas em resolver de uma vez por todas a crise hídrica do município.” Entenda o ZAP O Zoneamento Ambiental Produtivo é uma metodologia mineira, desenvolvida pelas secretarias estaduais de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O ZAP visa a caracterização socioeconômica e ambiental de sub-bacias hidrográficas, com o objetivo de disponibilizar uma base de dados e informações para subsidiar o aprimoramento da gestão ambiental nos territórios.  O zoneamento da Bacia do Santa Isabel foi realizado pelo Sebrae Minas, por meio do Sebraetec, programa que amplia o acesso dos pequenos negócios à inovação, a um custo acessível – 70% subsidiado. O programa oferece possibilidades de intervenção nas áreas de design, desenvolvimento tecnológico, produção, qualidade e sustentabilidade.   O ZAP é de domínio público e está disponível no endereço www.meioambiente.mg.gov.br.   Paracatu.net Fonte: Assessoria de Imprensa | Prefácio Comunicação FOTO: ASCOM/Prefeitura de Paracatu
Sociedade participa de oficina e colabora para fase final do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do
Representantes da sociedade civil, usuários de água, técnicos da área, empresas, entidades e Poder Público participaram da oficina “Enquadramento dos corpos hídricos da bacia hidrográfica do Rio Urussanga”. O encontro foi conduzido pela equipe técnica do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga, sob responsabilidade da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) com apoio financeiro da Fundação de Amparo a Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) e acompanhamento do Comitê da Bacia do Rio Urussanga e Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE). Na oportunidade foram debatidas propostas de classificação dos trechos dos rios que pertencem à bacia com base nos usos e na qualidade da água. “A oficina faz parte da etapa D do Plano e busca fazer um diagnóstico junto com os atores sociais para desenvolver essa proposta de enquadramento. Rio com classe zero, por exemplo, é extremamente conservado, enquanto o de classe quatro absorve contaminantes. Nesta oficina os participantes contribuíram apontando as situações em trechos de rios. Agora vamos confrontar as informações junto com os dados do cadastro de usuários de água”, esclarece o coordenador geral do Plano, Celso Albuquerque. A intenção nesta esta etapa é garantir que a qualidade da água seja compatível com a sua demanda expondo os usos pretendidos para a bacia, os parâmetros de qualidade prioritários, as principais fontes poluidoras, entre outras questões. “O Plano está na reta final e este enquadramento também vai passar por aprovações e outras regulamentações”, pontua a presidente do Comitê da Bacia do Rio Urussanga, Carla Possamai Della. Recentemente, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) finalizou o repasse no valor de R$ 360 mil para o processo de elaboração do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga. A última etapa do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga abordará as ações e metas estratégicas. A previsão de lançamento oficial do documento final será no início de 2020.
Agerh promoveu oficina para promoção de ações de preservação da água
Os Comitês das Bacias Hidrográficas dos rios Novo, Itapemirim e Itabapoana receberam a equipe da Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh) para uma oficina em Cachoeiro de Itapemirim. O encontro aconteceu na semana, no Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) do município. Realizada pela Agerh, com o apoio do Ifes e dos Comitês das Bacias Hidrográficas (CBH’s), a oficina reuniu cerca de 30 pessoas, entre elas a presidente do CBH Itapemirim, Carina Silva; o presidente do CBH Rio Novo, Julio Glauco Silva; e a representante do CBH Itabapoana, Dalva Ringuier; além de outros atores da gestão de recursos hídricos do sul do Estado. Durante as atividades, os participantes puderam conhecer melhor o Manual Operativo (MOP), identificar as ações e seus respectivos responsáveis, simular a elaboração de fluxos para o processo relativo a essas informações e, também, contribuir para melhorias das metodologias aplicadas pela Agerh e pelos CBH’s em seus planos de recursos hídricos. A região sul foi a segunda a receber uma Oficina de Capacitação para o MOP no Estado. Os Comitês das Bacias dos rios Itaúnas e São Mateus, no norte do Estado, foram os primeiros a serem capacitados, no início do mês de setembro, em Boa Esperança. O que são Manuais Operativos? O Manual Operativo (MOP) aplicado à gestão de Recursos Hídricos consiste no detalhamento das ações e atividades para serem executadas em um determinado intervalo de tempo. As ações necessárias para a recuperação e preservação de bacias são descritas nos Planos de Recursos Hídricos. Com este instrumento em mãos, os Comitês de Bacias Hidrográficas (CBH’s) poderão evoluir com mais regularidade, na implementação dos planos. O MOP orienta os responsáveis a tirarem as ações do papel e as colocarem em prática por meio de fluxogramas e fichas, onde são identificados, também, os responsáveis pelas tarefas. É uma estratégia recém-empregada no Brasil e o Espírito Santo é o primeiro, em nível de gestão de bacias estaduais, a construir Manuais Operativos para suas bacias hidrográficas. O trabalho é coordenado pela Agerh, em parceria com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapes), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) e a Secretaria de Estado de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano (Sedurb). A sociedade também é ouvida por meio de consultas e oficinas. A equipe está elaborando Manuais Operativos para nove Planos de Recursos Hídricos do Espírito Santo, entre eles, o Plano Estadual de Recursos Hídricos (Perh/ES). O projeto conta ainda com o desenvolvimento de pesquisas e relatórios técnicos escritos por pesquisadores selecionados pela Agerh, em conjunto com os CBH’s. Aqui Notícias
Representantes da FPI participam de oficina do I Encontro das Carrancas
O segundo dia do I Encontro das Carrancas que ocorreu em Maceió (AL) na última terça-feira (1º de outubro) e foi promovido pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) em parceria com o Núcleo de Defesa da Bacia do São Francisco (Nusf) do Ministério Público da Bahia teve apresentação e diálogos sobre os indicadores com a cooperação da Tatiana Scalco, consultora em planejamento e representante do Instituto 17. No período da tarde, ocorreu uma oficina onde cada equipe da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) dos cinco estados da Bacia do São Francisco falou a respeito das ações e desdobramentos em sua região no que se referiu a pesca, fauna, saneamento, gestão ambiental e agrotóxicos. Os representantes de Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Sergipe assistiram de forma atenta a palestra da consultora que falou sobre os indicadores que irão nivelar e ajudar a construir dados e informações da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI). “A ideia desta oficina foi a de colaborar para a organização e construção de dados, nivelamento de indicação, aferição dos resultados, bem como melhorar a comunicação com a sociedade”, explicou Tatiana Scalco. Segundo o promotor de Justiça do Meio Ambiente do Ministério Público e coordenador da FPI no estado de Alagoas, Alberto Fonseca, “o encontro foi uma grande oportunidade de agregar experiências e passar os conhecimentos para que, em conjunto tudo se dê de maneira uniforme onde cada equipe possa, em sua região, contribuir na melhoria da qualidade da água, da sua quantidade com o intuito de ajudar os povos da região da bacia”. Fonseca complementou que as atuações em AL tem sido intensificadas na área de saneamento com encerramento dos lixões, matadouros e outros locais que funcionam de forma clandestina. “A atuação da FPI serve para dar um basta nesse processo de degradação da bacia”. Veja as fotos do segundo dia de evento:  O capitão Ferreira, representante do Comando de Policiamento do Meio Ambiente da Polícia Militar de Minas Gerais, pontuou que a oficina foi bem interessante e produtiva. “Trocamos experiências com representantes de outros estados buscando aprimorar metodologias de trabalho e reconhecendo as agendas que são diferentes, absorvemos conhecimentos de extrema importância e passamos os nossos. A metodologia de planejamento das ações e fiscalização são baseadas nas prioridades da região a ser fiscalizada”. O vice-presidente do CBHSF, Maciel Oliveira, disse que o segundo e último dia de evento teve muitos aspectos positivos, com troca de experiências, alinhamento de informações, valorização do trabalho coletivo e isso fortalece todo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, um dos financiadores do programa FPI. “Esse encontro foi fundamental também para a pactuação de metodologias e métodos onde cada estado participante possa continuar realizando os trabalhos de forma alinhada”, finalizou.   Assessoria de Comunicação CBHSF: TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social *Texto: Deisy Nascimento *Fotos: Edson Oliveira
Comitês de bacia do DF discutem nesta sexta cobrança pelo dos recursos hídricos
Os Comitês de Bacias Hidrográficas do Distrito Federal (Preto, Paranaíba-DF e Maranhão) realizam nesta sexta-feira (27/9) na sede da Adasa, reunião conjunta para discutir a proposta de cobrança pelo uso dos recursos hídricos. Prevista na Lei Federal 9.433/97, (Lei das Águas) a cobrança é um dos instrumentos de gestão dos recursos hídricos, definida a partir de acordo entre usuários de água, sociedade civil e poder público, no âmbito dos comitês de bacia. Todos o dinheiro arrecadado é aplicado integralmente em ações de recuperação da própria bacia hidrográfica. Atualmente, a cobrança incide sobre o uso dos recursos hídricos de domínio da União e foi implantada em 58 comitês estaduais de bacias. No encontro desta sexta-feira, o grupo de trabalho constituído para o estudo de alternativas apresentará seu relatório para avaliação. Após o acolhimento de sugestões, a proposta deve seguir para o Conselho de Recursos Hídricos para a definição dos últimos procedimentos. A previsão é de que a cobrança pelo uso dos recursos hídricos no DF seja a partir de 2022. A programação da reunião conjunta inclui a apresentação do Relatório Analítico Anual (2018) da Superintendência de Recursos Hídricos da Adasa e exposição da Secretaria do Meio Ambiente do DF (SEMA), sobre o Plano de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais. Os comitês de bacia são organismos colegiados com poder de decisão sobre a gestão dos recursos hídricos. Como órgão regulador, compete à Adasa apoiar e auxiliar os comitês em suas atividades.    ADASA
Programa de gestão eficiente da água envolve escolas
O aumento do consumo de água nos últimos anos devido ao crescimento populacional gera preocupação a muitas instituições. Diante deste cenário e com base nas decisões mundiais, o Comitê da Bacia do Rio Urussanga promove a discussão e conscientização da proteção, preservação e recuperação da água. Em 2019, um novo programa foi lançado. Intitulado “Gestão eficiente da água em espaços públicos da bacia do rio Urussanga”, ele está envolvendo escolas em três municípios com o projeto “Águas da Minha Escola”. Nesta semana, alunos do Colégio Interação, de Morro da Fumaça, acompanhados de professoras de Geografia e Língua Portuguesa, percorreram a bacia do Rio Urussanga a fim de conhecer o uso do solo e os agentes poluidores. Segundo a professora de Geografia, Flavia Niero, o objetivo foi alinhar os conteúdos expostos em sala de aula com a realidade e mostrar que o uso do solo está relacionado com o uso da água. “Os alunos conseguiram observar que é necessário cuidar dos recursos hídricos para que se tenha água disponível e de boa qualidade para as atividades econômicas e o consumo humano. Ao longo dos últimos meses, os estudantes identificaram também o uso da água no ambiente escolar e buscaram soluções para economizá-la na escola”, pontua. O resultado do projeto desenvolvido na escola será exposto na VI Feira Científica Cultural do Colégio Interação, que será realizada nos dias 26 e 27 de setembro. “Tanto os alunos quantos professores e funcionários passam grande parte do dia na escola e usam a água encanada para realização de limpeza do estabelecimento, alimentação, higiene pessoal, dessedentação e necessidades ­fisiológicas. As ações do programa podem ser a base para a implantação de um legado de gestão e­ficiente da água voltado às questões socioambientais e da água, pois serão elaboradas de forma participativa”, comenta a técnica de recursos hídricos da AGUAR para o Comitê da Bacia do Rio Urussanga, Rose Adami.
Câmara técnica contribuirá no planejamento estratégico do Comitê Araranguá
Os membros do Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba formaram uma câmara técnica para contribuir com o planejamento estratégico do órgão. A ação foi definida em Assembleia Extraordinária realizada na tarde desta quinta-feira, 19, no Centro de Treinamentos da Epagri, em Araranguá. Conforme o presidente do Comitê, Luiz Leme, a câmara técnica foi criada com objetivo de fortalecer o Comitê Araranguá frente ao processo de gestão de recursos hídricos. “E para buscar estratégias para a implantação efetiva das ações do Plano de Recursos Hídricos”, completa. O grupo será integrado por membros representantes do poder público, sociedade civil e usuários de água, como uma maneira de proporcionar maior representatividade a todos os envolvidos nesse momento importante do processo. “Nosso Plano de Recursos Hídricos elencou 32 metas, sendo 12 prioritárias. Com esta câmara técnica, o planejamento estratégico irá apontar os procedimentos necessários para executar tais ações, de forma a suprir a demanda crescente da bacia”, acrescenta a assessora técnica do Comitê Araranguá, engenheira ambiental Michele Pereira da Silva. Além do planejamento estratégico, entraram em debate durante a Assembleia Extraordinária desta quinta-feira, outros importantes assuntos envolvendo o Comitê, tais como: o plano de monitoramento quali-quantitativo das Bacias dos Rios Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba; e o relato da situação da Outorga pelo Uso da Água na área de abrangência da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá.