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Membros do CBHSF participam do encontro do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas
Durante os dias 23, 24 e 25 de janeiro, membros do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) se reuniram com o colegiado coordenador do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH) para tratar e organizar as atividades de 2024. Entre os diversos pontos tratados, foram discutidos a criação e composição de grupos de trabalho, comissões temáticas especializadas e a elaboração de modelo para encontros regionais, o ERCOB. O evento foi realizado na Associação Mineira de Municípios, em Belo Horizonte (MG). O coordenador da Câmara Consultiva Regional (CCR) Alto São Francisco, Altino Rodrigues Neto, ressaltou a importância de realizar um encontro nacional com membros de diferentes comitês, já que o fórum fortalece a política para administração e gestão dos recursos hídricos. “O Fórum Nacional é o nosso braço de articulação política. É através dele que escutamos as experiências de todos os comitês do Brasil. Hoje, temos o primeiro encontro dessa nova diretoria e desse novo colegiado, do qual o Rio São Francisco faz parte. Nós alinhamos as propostas para organizar as ideias, para assim atingirmos os objetivos com relação às políticas públicas para recursos hídricos”, explicou Altino. Entre os direcionamentos e discussões realizadas durante o encontro, Altino Rodrigues, em nome da CCR Alto São Francisco, indicou a presidenta do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas, Poliana Valgas, para participar da Comissão Temática Especializada de Mudanças Climáticas do FNCBH, que aceitou a indicação. “Vamos compor a comissão de Mudanças Climáticas, para a qual fomos indicados pelo CBH São Francisco, e sabemos da importância de discutir um problema tão latente como esse. Esses eventos extremos climáticos irão compor as pautas dos encontros regionais que vão ocorrer em todo o país”, comentou Poliana. O secretário executivo do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, Almacks Luiz Carneiro da Silva, que também esteve presente no encontro, destacou a participação do comitê frente ao fórum. “O CBHSF é um comitê que está presente em seis estados e no Distrito Federal, que ainda possui a responsabilidade de compartilhar água por meio da bacia compartilhada, e jamais o nosso presidente, José Maciel, poderia deixar de apoiar as ações do Fórum Nacional. Como ele não pode estar presente, estou aqui representando-o, além de contar com a presença do coordenador da CCR Alto São Francisco, Altino Rodrigues, e da presidenta do CBH Rio das Velhas, Poliana Valgas”. Confira mais fotos do encontro: Encontro Regional dos Comitês de Bacias Previstos para acontecer ao longo deste ano, os Encontros Regionais dos Comitês de Bacias (ERCOB), para cada região do Brasil, também foram discutidos. Em relação ao nacional e ao encontro mineiro, o coordenador-geral do Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas (FMCBH), Wilson Acácio, explicou que esses encontros possuem caráter técnico e orientador. “Durante três dias nós estamos debatendo as políticas ligadas aos recursos hídricos do Brasil. Há depoimentos de rios que já secaram em Minas Gerais, portanto, devido à situação de crise, que possamos levar às autoridades constituídas, sejam elas na escala Federal ou Estadual, avaliações para que eles possam ter recursos técnicos, recursos financeiros, equipamentos e tecnologia para os projetos e programas. Altino Rodrigues entende que os ERCOBs serão encontros muito promissores mas, especificamente para o encontro do Sudeste, há ainda questões a serem trabalhadas principalmente na esfera política e de recursos financeiros. “É desafiador realizar um encontro deste, já que estamos em uma área onde existe a maior concentração de comitês no Brasil, em função especificamente de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Portanto, estão faltando ainda alguns ajustes que são de ordem política. Nós não estamos contando com o devido apoio e respaldo do governo do Estado de Minas Gerais, e entendemos que a construção tem que ser feita com outros atores porque há uma limitação de recursos financeiros”. O Encontro de Comitês de Bacias Hidrográficas da Região Sudeste está previsto para ocorrer em julho, na cidade de Belo Horizonte (MG). A data ainda será definida. Mais sobre o encontro Durante o primeiro dia do encontro, o diretor-geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas, Marcelo da Fonseca, apresentou um mapeamento sobre o Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos de Minas Gerais, além do Sistema de Monitoramento Remoto Integrado das Águas (MIRA). A secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Carvalho de Melo, também esteve presente no primeiro dia do fórum. O coordenador da CCR Alto São, Altino Rodrigues, contou que apesar das conversas estarem em andamento, nada ficou definido em relação ao Encontro de Comitês de Bacias Hidrográficas da Região Sudeste. “A secretária Marília Carvalho esteve aqui conosco, junto com o também diretor do IGAM, Marcelo da Fonseca, mas não ficou nada definido. O grupo está trabalhando com muito afinco para que possamos estruturar um projeto e consigamos buscar as parcerias desejadas para essa grande discussão, principalmente porque Minas Gerais é sempre uma vitrine na gestão de recursos hídricos no país. Queremos outros parceiros para construir juntos um grande evento e levar o que são os nossos desafios para serem discutidos com o resto do Brasil no Encontro Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas (ENCOB) de 2025”, explicou Altino. No último dia, os presentes discutiram um plano de trabalho para determinação de prioridades para o ano 2024. Assessoria de Comunicação do CBHSF: TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social*Texto: João Alves*Fotos: João Alves  
1ª REUNIÃO DO COLEGIADO COORDENADOR EM BH TEM BONSRESULTADOS
A 1ª Reunião do Colegiado Coordenador do FNCBH - Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, ocorrida, em Belo Horizonte, entre os dias 23 e 25 de janeiro, foi considerada um sucesso, segundo os participantes. O encontro, promovido na sede da AMM – Associação Mineira de Municípios, contou com as presenças de Marcelo da Fonseca, diretor geral do IGAM – Instituto de Gestão das Águas de Minas Gerais, e de Marília Melo, secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Os ex-coordenadores do FNCBH, Hideraldo Buch e Luiz Carlos Souza Silva, também acompanharam os trabalhos. Na manhã do dia 23, a Coordenação do FNCBH se reuniu para alinhar as ações pretendidas para 2024 e definir as funções específicas dos colaboradores durante o mandato da nova gestão, liderada por Maurício Marques Scalon. Ocorreu, ainda, uma reunião com o IGAM, órgão gestor estadual, com destaque para dois assuntos, o deslocamento de membros do de Minas Gerais para as atividades do FNCBH e a preparação do ERCOB – Encontro Regional Comitês de Bacias Hidrográficas da Região Sudeste, previsto para julho, em Belo Horizonte. Na parte da tarde, aconteceu a abertura oficial da Reunião, prestigiada por lideranças citadas a cima e, ainda, por Vladimir Azevedo, Coordenador Geral da AMM, e Maria Cristina Bueno, Coordenadora Adjunta do FNCBH. Foi feito um minuto de silêncio em memória aos graves danos ambientais e em solidariedade às mais de duzentas vítimas fatais do crime ambiental cometido no Rio Paraopeba, em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019. Ainda, no primeiro dia foi feita uma exposição sobre o estado da arte do Sistema Estadual dos Recursos Hídricos de Minas Gerais, por Marcelo da Fonseca. O Plenário aprovou os nomes da Maria Isabela de Souza para a Secretaria Geral, e apoiadores da Secretaria, Maria Elza - Nordeste, Jadson Maciel - Norte, Eliel Ferreira - Centro-Oeste, Ana Heloisa - Sudeste, e Júlio Salecker - Sul, dos colaboradores para assuntos jurídicos, Silvio Santos, institucionais, Luiz Garcia, e comunicação, Senisi Rocha. A programação seguiu com a definição dos grupos de trabalho de Comunicação, Educação Ambiental e dos ERCOB's, além das comissões temáticas especializadas para Inclusão de Gênero e Minorias, Mudanças Climáticas, Governança das Águas e Águas Subterrâneas. No painel "Fala Comitê" os presentes aproveitaram para compartilhar ações e realidades de seus estados e comitês de bacias. Foram apresentadas as estratégias implementadas pela assessoria de Comunicação, neste início de ano. Discutiu-se sobre as propostas de cada região para a elaboração dos encontros regionais e a hierarquização das ações do Plano de Trabalho para os anos 2024 e 2025 do Fórum, a partir das propostas apresentadas pela atual Coordenação, durante a campanha eleitoral. Ao final do encontro, todos puderam avaliar as pautas apresentadas e desempenho das atividades. Participaram da Reunião representantes dos estados de Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins, Paraíba, Maranhão e Piauí. Texto - Senisi Rocha Fotos - FMCBH e João Alves (Tanto Expresso)
INICIA 1ª REUNIÃO DO COLEGIADO COORDENADOR DO FNCBH
Iniciou, em Belo Horizonte, nesta terça, 23, a 1ª Reunião do Colegiado Coordenador do FNCBH - Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas. O encontro ocorre na sede da AMM – Associação Mineira de Municípios, com previsão de encerramento para o dia 25, quinta-feira. Na parte desta manhã, a Coordenação do FNCBH tratou de alinhamentos diversos sobre as ações pretendidas para 2024 e o sobre as funções específicas dos colaboradores durante o mandato da nova gestão, liderada por Maurício Marques Scalon. Também, como de praxe nas reuniões do Colegiado, ocorreu uma reunião com o órgão gestor estadual, com a presença de Marcelo da Fonseca, diretor Geraldo do IGAM – Instituto de Gestão das Águas de Minas Gerais. Entre os principais assuntos, estiveram o apoio ao deslocamento de membros do Estado de Minas Gerais para as atividades do FNCBH e o ERCOB – Encontro Regional Comitês de Bacias Hidrográficas da Região Sudeste. Na parte da tarde, aconteceu a abertura da 1ª Reunião do Colegiado Coordenador, com as presenças de Maurício Marques Scalon, Coordenador Geral do FNCBH, Marcelo da Fonseca, Diretor Geral do IGAM, Vladimir Azevedo, Coordenador Geral da AMM, Licínio Xavier, Gestor Ambiental da AMM, Maria Cristina Bueno, Coordenadora Adjunta do FNCBH, e Hideraldo Buch, ex-coordenador do FNCBH. Após as falas de boas vindas e das considerações iniciais, foi feito um minuto de silêncio em memória aos graves danos ambientais e em solidariedade às 270 vítimas fatais do crime ambiental ocorrido no Rio Paraopeba, em Brumadinho, em 21 de janeiro de 2019. Após a abertura, deu-se início à extensa pauta da Reunião. Comparecem à Reunião representantes dos estados de Alagoas, Bahia, Espirito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins, Paraíba e Piauí. Texto e fotos – Senisi Rocha    
PRIMEIRA REUNIÃO DO COLEGIADO COORDENADOR É PREPARADA
Entre os dias 23 e 25 de janeiro, em Belo Horizonte, acontecerá a 1ª reunião Presencial do Colegiado Coordenador FNCBH – Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas. O assunto foi abordado durante a segunda reunião da Coordenação do FNCBH, que aconteceu no formato online, na noite de segunda-feira, 08. O Coordenador Geral do FNCBH, Mauricio Marques Scalon, destaca que este ano não terá o ENCOB – Encontro Nacional de Comitês de Bacias e, sim, cinco encontros regionais. Durante a reunião, os participantes pontuaram questões de logística, dinâmica da reunião, estrutura técnica, dentre outros. “A Reunião em Belo Horizonte, é exatamente para trabalharmos uma proposta que venha de encontro a este novo formato. Vamos reunir todas as regiões e cada uma vai falar o que pensa, o que entende e o que espera do Encontro Regional. No final, fechamos um formato de organização”, pontua. Durante o encontro, em Belo Horizonte, vai ter a criação de quatro comissões especializadas temáticas, que depende da aprovação do Colegiado, que são: Governança, Inclusão, Águas Subterrâneas e Mudanças Climáticas. Além das comissões, vai ser aprovado, também, o Grupo de Trabalho da Comunicação. Outro ponto importante vai ser uma apresentação do IGAM – Instituto Mineiro de Gestão das Águas, sobre o Estado de Arte da Política de Recurso Hídrico em Minas.               “A expectativa é muito boa, porque vamos realizar essa reunião na sede da AMM – Associação Mineira de Municípios. Vamos receber representantes do Brasil inteiro para discutir a gestão de recursos hídricos e planejar, acima de tudo, as ações do ano 2024”, destaca o secretário adjunto do CBH Doce – Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, Senisi Rocha – Instituto Soledade.  
NOVA COORDENAÇÃO DO FNCBH SE REÚNE PELA PRIMEIRA VEZ.
A nova Coordenação do FNCBH - Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, eleita em agosto para a gestão 2024/2025, se reuniu, pela primeira vez, na noite da última terça-feira, de forma remota. Além dos membros da Coordenação, Maurício Marques Scalon (CBH Araguari/MG), Maria Cristina Bueno Coelho (CBH Santo Antônio e Santa Tereza/TO) e Aridiano Belk de Oliveira (CBH Baixo Jaguaribe/CE), participaram a Secretária Geral, Maria Isabela de Souza (CBH Grande/MG), o assessor jurídico, Sílvio de Sousa Santos (CBH Recôncavo Sul/BA), o Colaborador para Assuntos de Comunicação, Senisi de Almeida Rocha (CBH Doce/MG), e as colaboradoras da Secretaria da Região Nordeste, Maria Elza Messias Soares de Araújo (CBH Rio Coruripe/AL), e da Região Sudeste, Ana Eloisa Sorrilha (CBH Rio Itapemirim/ES). O principal assunto da pauta foi a preparação da 1ª Reunião Ordinária do Colegiado Coordenador, convocada para os dias 23, 24 e 25 de janeiro, em Belo Horizonte. Além das questões técnicas e operacionais, no encontro, refletiu-se formas de otimizar as discussões para melhor produtividade da Reunião. O grupo buscou, também, discutir sobre as primeiras ações da nova gestão, como a organização da comunicação interna e externa, a definição dos principais temas a serem tratados em GT - Grupos de Trabalhos, necessidade da revisão do Regimento Interno, decisões que precisam ser tomadas ad referedum, e, ainda, funções dos colaboradores da Secretaria. Para o Coordenador Geral do FNCBH a reunião foi muito produtiva. "Nossa intenção foi nivelar alguns propósitos para termos o maior alinhamento possível entre a Coordenação e os seus colaboradores. Temos muitos desafios ao assumir a direção do FNCBH e esse ano será muito intenso. Além dos cinco encontros regionais, que vamos buscar contribuir, pretendemos nos envolver ao máximo com as discussões sobre a gestão de recursos hídricos no país", destacou Maurício Scalon.
CBH Manhuaçu promove cercamento de nascentes no dia da água
Parceria com o Movimento Todos Pelo Rio Doce continua. Como forma de celebra o Dia Mundial da Água voluntário realizaram cercamento de várias nascentes ao longo da Bacia do Rio Manhuaçu. A promoção foi do CBH - Comitê da Bacia Hidrográfica Águas do Rio Manhuaçu - com o apoio do Movimento Todos Pelo Rio Doce e das comunidades locais. O Movimento Todos Pelo Rio Doce, que visa proteger mil nascentes na Bacia do Rio Doce, fornece os materiais: mourões, arame e grampos. O Comitê realiza a articulação e mobilização para a execução das atividades por meio de seus membros e apoiadores. Alguns dados são aproveitados de cadastros de produtores feitos pelo Instituto Terra, há alguns anos, outros são colhidos por integrantes do CBH, que sensibilizam os proprietários e lideram a equipe para o trabalho. Essa parceria entre o Movimento e o CBH resultou no isolamento de mais de 120 nascentes, em 2018. Agora, a ação vai compreender o cercamento de quase vinte olhos d'águas, envolvendo os municípios de São João do Manhuaçu, Ipanema, Durandé, São José do Mantimento e Vermelho Novo, com uma cerca cada, Reduto, Mutum e Lajinha, com duas, Alvarenga com três e quatro em Manhuaçu. Em alguns lugares, devido às chuvas, os mutirões foram adiados para próxima semana. Membros do CBH Manhuaçu aproveitaram a oportunidade para realizar palestras educativas em salas de aulas ou no campo, próximo das nascentes. Até em municípios onde não houve cercamento foram promovidos trabalhos de educação ambiental motivados pelo Comitê. O Movimento Todos Pelo Rio Doce foi inspirado na Campanha "Let's Do It" (Vamos Fazer), realizada no dia três de maio de 2008, quando cinqüenta mil voluntários recolheram mais de dez mil toneladas de lixo na Estônia, deixando o país praticamente limpo. Fotos: arquivo do CBH Manhuaçu Texto: Senisi Rocha / Comitê da Bacia Hidrográfica Águas do Rio Manhuaçu
Nota de Falecimento - Felipe Fenício Pedro
O Fórum Nacional de Comitês de Bacia Hidrográfica – FNCBH, manifesta com muita tristeza e pesar o falecimento do Sr. Felipe Fenício Pedro, carinhosamente conhecido como “Felipão”, ocorrido no dia 22 de agosto de 2021, no domingo, na cidade de Itabira/MG. “Felipão”, grande amigo, companheiro, guerreiro, atuante na luta pelos direitos de todos os povos tradicionais e na defesa do meio ambiente e pelas nossas águas. Membro atuante do Fórum Mineiro de CBHs e também do Fórum Nacional de CBHs. Seu exemplo e memória serão guardados pelos que conviveram com “Felipão” e lembrado pelas futuras gerações. À família enlutada, nossas mais sinceras condolências pela inestimável e repentina perda.
Arena Expo: Uso de plantas aquáticas para produção de biocombustível
Filipe Alvarez de Oliveira, Coordenador de Meio Ambiente da CTG Brasil, falou sobre Uso de plantas aquáticas para produção de biocombustível e o aproveitamento energético no reservatório da UHE Jupiá, no espaço Arena Expo, no dia 22/10/2019, durante a programação do XXI ENCOB. Inicialmente, ele buscou apresentar a CTG, (China Three Gorges Corporation) uma das maiores empresas de energia limpa do mundo. A empresa tem projetos de energia hidrelétrica, eólica e solar em 47 países da Ásia, África, Europa e Américas. No Brasil, a empresa tem uma capacidade instalada de 8,28GW, e está presente em 10 Estados. Na sequência, o Coordenador falou sobre a proliferação desordenada de Macrófitas Aquáticas.  Essas plantas são importantes para o ecossistema hídrico, pois fornecem alimento e abrigo a organismos aquáticos, além de auxiliarem na proteção às margens dos rios. Sua reprodução rápida e excessiva, no entanto, afeta a navegação, a pesca e, no caso dos reservatórios, também a geração de energia hidrelétrica.  Segundo ele, é um problema para hidroelétricas, mas que "um problema visto do ângulo certo pode ser uma solução, especialmente, através da identificação de oportunidades de parcerias". Realizado em parceria com o Instituto Senai de Inovação Biomassa, a iniciativa avaliará a conversão da biomassa das macrófitas para a produção de biocombustíveis.
Capacitação e avaliação do Sistema Nacional de Informações de Recursos Hídricos
A  proposta dos organizadores da Oficina "Capacitação e avaliação do Sistema Nacional de Informações de Recursos Hídricos (SNIRH) para comitê de bacia e sociedade civil" é apresentar o sistema nacional de informações sobre recursos hídricos, com foco em suas funcionalidades, suas bases de dados e formas de acesso, bem como coletar avaliações e subsídios dos comitês e participantes em geral para melhoria e aperfeiçoamento destes. Como o sistema de informações é um dos instrumentos de gestão da política nacional de recursos hídricos, é imprescindível a participação de todos os integrantes do sistema de gestão das águas brasileiras no aprimoramento do SNIRH. A oficina se integra a um processo atual de Iniciativa para Governo Aberto, coordenada no Brasil pela CGU, da qual um dos compromissos trata do tema recursos hídricos. A expectativa da oficina é apresentar o panorama atual do SNIRH aos participantes bem como coletar importantes críticas e sugestões para a expansão e  desenvolvimento contínuo do sistema, coordenado pela ANA. A atividade será promovida por Especialistas em Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas-ANA, será realizada no dia 22 de outubro de 2019 (terça-feira) durante a programação do Encob, e será promovida por:  Marcus Fuckner, Licenciado e Bacharel em Geografia pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC (2004), Mestre em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE (2007) e Doutor em Geografia pela Universidade de Brasília - UnB (2015). Trabalha como Especialista em Geoprocessamento na Agência Nacional de Águas - ANA em Brasília/DF desde 2010. Gonzalo Álvaro Vázquez Fernández, possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1991) e Mestrado em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1996) e MBA em Gestão Estratégica de TI (2015).  É Especialista em Geoprocessamento da Agência Nacional de Águas, alocado no momento na Coordenação de Planos de Recursos Hídricos.  
Planejamento Político Institucional nos Comitês de Bacia: Como estamos nos fortalecendo no Sistema
A lei 9433, a Lei das Águas, de natureza inovadora, trouxe na sua concepção a perspectiva de um sistema de gerenciamento de recursos hídricos integrado, descentralizado e acima tudo intrinsecamente participativo, tendo na Bacia Hidrográfica a unidade de planejamento e no Comitê de Bacia, o seu núcleo propulsor. Duas décadas depois, o sistema avança. Foram viabilizadas as leis de recursos hídricos nas unidades federativas  e  criados os órgãos gestores e os conselhos de recursos hídricos estaduais. Mais de duzentos comitês de Bacia foram criados e os instrumentos de gestão, em diferentes graus de efetividade, estão sendo implementados pelo país afora. Entretanto, nos dias atuais, num ambiente de contestação à eficácia desse modelo e muito especialmente dos órgãos colegiados, Conselhos e Organismos de Bacia, pelo governo federal, se faz necessário uma profunda reflexão sobre as trilhas  percorridas e especialmente à respeito dos caminhos do futuro. Cabe, portanto, indagar: Os problemas estão resolvidos? As questões institucionais estão equacionadas? Os instrumentos preconizados na Lei 9433 estão sendo implementados uniformemente pelo país num ritmo aceitável e são adequados? Os Organismos de Bacia ocuparam os espaços a eles destinados e estão cumprindo o papel de liderança e protagonismo que deles se espera? Estamos nos fortalecendo, no âmbito do sistema, nos diversos níveis e instâncias em que estamos envolvidos? Somos adequadamente conhecidos e credores do respeito da sociedade e dos governos? E se não, o que está faltando? como podemos corrigir rumos?   Temos exemplos de boas práticas? Certamente o ENCOB é um espaço vocacionado e legitimado para esse nível de discussão e a expectativa é que da dinâmica dessa mesa surjam respostas e propostas à esse nível de reflexão.  Participaram da Mesa:  Representando os CBHs da região norte:  Farencena, membro do CBH Rio Formoso, TO Delimitação do uso de recursos hídricos para o uso: caso da Lagoa da Confusão CBHs da região Sul: Everton Luiz Fonseca, presidente do CBH do Rio Camaquã. Associação dos usuários do perímetro de irrigação do Arroio Duro CBHs Região Sudeste Palestrante: José Arimathéia Oliveira, Coordenador do Fórum Fluminense de Comitês de Bacia e Presidente do Comitê do CBH do Médio Paraíba, RJ Planejamento político institucional - a experiência do Rio de Janeiro CBHS Região Nordeste Palestrante: Edson Piaba, Presidente do CBH Ipojuca, PE Programa de Saneamento Ambiental do CBH Ipojuca Palestrante: Marcia Caldas, membro da região metropolitana de Fortaleza, CE Projeto Gotinha nossa de cada água
Arena Expo: Município + Resiliente em Afogamento
O programa município resiliente em afogamento é articulado a nível nacional pela SOBRASA e executado pelo município com apoio dos Estados, padronizando procedimentos de prevenção, reação e mitigação em afogamento no Brasil. O objetivo do programa é fornecer ferramentas de avaliação, educação, gestão de risco e manejo de mitigação dos afogamento nos municípios Major QOBM Antonio Schinda apresentou-se no espaço da Arena EXPO e falou sobre Município + Resiliente em Afogamento, no dia 23/10, dentro da programação do XXI Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (ENCOB), realizado em Foz do Iguaçu (PR) entre os dias 21 e 25 de outubro de 2019.   Em sua fala o Major apresentou os seguintes números:  No mundo, 372.000 pessoas morrem afogadas todos os anos No Brasil quase 1 milhão de pessoas se afogam e 6.000 morrem por afogamento a cada ano Entre 2008 e 2012, 1.783 pessoas morreram afogadas no Paraná, média de 354,  (3,32 mortes / 100.000 habitantes) Em pesquisa realizada, foram analisados ​​e classificados as mortes de afogamento por bacia hidrográfica no Estado do Paraná entre 2008-2012 (DATASUS) 2010 – 2012 (SISBM). Com a identificação do problema: É  possível identificar as áreas do Estado que precisam de mais investimento em segurança na água As características dos afogamentos podem contribuir para aplicação de medidas preventivas específicas Entendemos que a gestão dos riscos dos afogamentos nas bacias hidrográficas devem ser realizadas pelos municípios que compõe essas bacia A  COMPED, (Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil), pode articular com outros municípios e outras instituições as medidas mitigadoras em afogamento buscando a resiliência em afogamento na sua cidade e na bacia hidrográfica que ela está inserida Vídeo apresentado durante a palestra:     Antônio Schinda, possui Mestrado em Educação pela Universidade do Oeste do Paraná concluído em 2013, Graduação em Segurança Pública pela Academia Policial Militar do Guatupê com conclusão do Curso de Oficial do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná (1996), Graduação em Licenciado em Educação Física pela Faculdade Assis Gurgacz (2004), Especialização " LATO SENSU" em Educação Científica e Tecnológica pela Universidade do Oeste do Paraná (2005), Especialização em Planejamento em Segurança Pública pela Academia Policial Militar do Guatupê e pela Universidade Federal do Paraná no ano de (2011), possui cursos complementares de Primeiros Socorros, Salvamento Aquático, Resgate em Corredeira, Combate a Incêndios Florestal, Combate a Incêndio Urbano,Resgate em Montanha, Resgate com Jet-Ski, Condutor de Embarcação Pública, Defesa Civil, Instrutor de Mergulho Autônomo Internacional pela PADI e pelo Corpo de Bombeiros do Paraná.  
Arena Expo: O Papel do AGUASPARANÁ como Agência de Bacias Hidrográficas
Bruno Tonel Otsuka, Diretor-Adjunto de Gestão de Bacias Hidrográficas, do Instituto das Águas do Paraná apresentou-se no espaço da Arena EXPO e falou sobre "Papel do AGUASPARANÁ como Agência de Bacias Hidrográficas", no dia 23/10, dentro da programação do XXI Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (ENCOB).  Em sua fala, Bruno abordou a Política Estadual de Recursos Hídricos instituída pela Lei nº 12.726, de 26 de novembro de 1999, que também criou o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos, como parte integrante dos Recursos Naturais do Estado, nos termos da Constituição Estadual e na forma da legislação federal aplicável. Falou também sobre o Papel do Instituto das Águas do Paraná, criado pela Lei nº 16.242/2009. Compete ao AGUASPARANÁ como órgão executivo do SEGRH/PR:  Elaborar proposta e atualização, além de executar e promover a articulação do Plano Estadual de Recursos Hídricos – PLERH/PR;  Prestar apoio aos Comitês de Bacia Hidrográfica (CBHs)   Formular e submeter à aprovação dos CBHs propostas de Planos de Bacia Hidrográfica e atualizações;   Elaborar propostas de enquadramento dos corpos de água em classes segundo usos preponderantes, para aprovação nos CBHs e, posteriormente, no CERH/PR;   Submeter à aprovação dos CBHs propostas de mecanismos de cobrança pelos direitos de uso de recursos hídricos e de valores a serem cobrados e efetuar a cobrança;   Gerir o Fundo Estadual de Recursos Hídricos - FRHI;   Submeter à aprovação dos CBHs propostas orçamentárias e planos de aplicação dos recursos financeiros, com destaque para os valores de cobrança;   Executar o monitoramento quantitativo e qualitativo dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos;   Administrar o Sistema Estadual de Informações de Recursos Hídricos;   Incentivar criação de novos CBHs;   Secretaria Executiva do CERH/PR.  Por fim, apresentou dados sobre a implementação dos Instrumentos de Gestão de Recursos Hídricos. Bruno é Mestre em Construção Civil pela UFPR (2010), Especialista em Engenharia de Planejamento pela PUC/PR (2009), Engenheiro Ambiental formado pela UFPR (2007) e atualmente cursa Engenharia de Segurança do Trabalho na UTFPR. Desde 2013, é Diretor de Infraestrutura na Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Araucária/PR. Desenvolveu diversos projetos na área de ordenamento ambiental e urbano, como a criação do Refugio da Vida Silvestre do Rio Barigui, parte integrante do mosaico Reserva do Bugio maior Unidade de Conservação urbana do país nessa categoria. Tem experiência em consultoria ambiental, nas áreas de resíduos sólidos e de atividades imobiliárias. Trabalhou no Instituto Ambiental do Paraná no licenciamento ambiental e na criação de associações de catadores no Estado do Paraná.
Exposição ANA
A Agência Nacional de Águas (ANA) foi um dos patrocinadores dos evento e participou de uma série de debates relacionados aos comitês. No estande o visitante teve a oportunidade de acessar as plataformas Água e Esgoto; Monitor da Secas e o Hidroweb.  O aplicativo Atlas Água e Esgotos oferece informações sobre coleta e tratamento de esgotos, lançamento da carga orgânica em corpos d’água e sistemas produtores de água para abastecimento em todos os municípios do País. O Portal HidroWeb é uma ferramenta integrante do Sistema Nacional de Informações sobre Recursos Hídricos (SNIRH) e oferece o acesso ao banco de dados que contém todas as informações coletadas pela Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), reunindo dados de níveis fluviais, vazões, chuvas, climatologia, qualidade da água e sedimentos.  O visitante ainda pode obter diversas publicações, vídeos produzidos pela ANA, bastando levar um pendrive para obter todos os materiais.7
Estande CONFEA
Já conhece o estande do CONFEA /CREA-PR instalado no espaço de Exposição. Criado em 11 de junho de 1934, o Crea-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná) é uma autarquia responsável pela regulamentação e fiscalização das empresas e profissionais da área de engenharia, suas ramificações, como tecnólogos, tem como missão valorizar as profissões e seu exercício ético. O Crea-PR esta subordinado às regulamentações do Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) O Conselho promove ações para o crescimento do Estado, melhoria do ambiente de trabalho e garantia dos direitos de mais de 70 mil profissionais registrados. Para isso, o Conselho se faz presente nas principais cidades do Estado, por meio das Regionais de Apucarana, Curitiba, Cascavel, Guarapuava, Londrina, Maringá, Pato Branco e Ponta Grossa, e em 35 Inspetorias. A descentralização dos serviços oferecidos é um diferencial do Crea-PR para agilidade e eficiência no atendimento aos profissionais, empresas e à sociedade. O CREA/PR disponibiliza aos profissionais, entidades de classe, de ensino e academia diversos serviços, como a emissão ART (Anotação de Responsabilidade de Técnica) documento que identifica o responsável técnico pela obra ou serviço e apresenta as principais características do empreendimento.  A ART é um instrumento legal, necessário à fiscalização das atividades técnico-profissionais, nos diversos empreendimentos sociais. De acordo com o Artigo 3º da Resolução nº 1025/2009, do Confea, “Todo contrato, escrito ou verbal, para a execução de obras ou prestação de quaisquer serviços referentes à Engenharia, Arquitetura e Agronomia fica sujeito a “Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)”, no Conselho Regional em cuja jurisdição for exercida a respectiva atividade”. A ART caracteriza legalmente os direitos e obrigações entre profissionais e usuários de seus serviços técnicos, além de determinar a responsabilidade profissional por eventuais defeitos ou erros técnicos.