Nova data amplia a oportunidade para pesquisadores, profissionais e integrantes do Sistema de Gerenciamento de Recursos Hídricos apresentarem experiências e conhecimentos durante o maior encontro nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas
O Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH) prorrogou até 5 de setembro de 2026 o prazo para submissão de trabalhos ao 27º Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (ENCOB), que será realizado de 7 a 12 de dezembro, em Fortaleza (CE).
A prorrogação amplia a oportunidade para pesquisadores, profissionais, estudantes, integrantes dos Comitês de Bacias Hidrográficas, instituições públicas e privadas e demais atores envolvidos na gestão dos recursos hídricos compartilharem conhecimentos, experiências e iniciativas relacionadas às águas e à governança das bacias hidrográficas.
As submissões podem ser realizadas nas modalidades artigo científico, revisão bibliográfica, relato de experiência e vídeo curto. Os modelos e orientações para elaboração dos trabalhos estão disponíveis na plataforma oficial de inscrições do evento.
Inscrições e submissão de trabalhos:27º Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas – 27º ENCOB
Para Maria Cristina Bueno Coelho, presidente da Comissão de Diferentes Saberes e Competências do FNCBH, a ampliação do prazo fortalece a participação e a diversidade de conhecimentos no encontro.
“A prorrogação do prazo é uma oportunidade para ampliar a participação de diferentes segmentos e territórios no ENCOB. Queremos reunir trabalhos que expressem a diversidade de saberes, experiências e práticas que contribuem para a gestão das águas no Brasil. É um espaço importante para dar visibilidade ao conhecimento produzido nos territórios e promover o diálogo entre diferentes perspectivas.”
De acordo com Matheus Machado Cremonese, membro da Comissão de Diferentes Saberes e Competências do FNCBH e representante do CEIVAP, a submissão de trabalhos contribui para aproximar a produção de conhecimento da realidade vivenciada nas bacias hidrográficas.
“O ENCOB é um espaço de troca e construção coletiva. A submissão de trabalhos permite que experiências desenvolvidas nos Comitês, nas universidades, nas instituições e nos territórios sejam compartilhadas nacionalmente. É uma oportunidade de mostrar soluções, desafios e aprendizados que podem inspirar outras bacias.”
Diversidade de formatos
Nesta edição, o ENCOB recebe trabalhos em quatro modalidades, permitindo diferentes formas de apresentação e compartilhamento do conhecimento:
Artigo científico – destinado à apresentação de pesquisas e estudos científicos relacionados à temática dos recursos hídricos;
Revisão bibliográfica – voltada à sistematização e análise de conhecimentos já produzidos sobre determinado tema;
Relato de experiência – espaço para compartilhar práticas, projetos, iniciativas e experiências desenvolvidas nos territórios;
Vídeo curto – formato destinado à apresentação audiovisual de experiências, iniciativas, conhecimentos e perspectivas relacionadas à gestão das águas.
A diversidade de formatos busca valorizar não apenas a produção acadêmica, mas também o conhecimento construído a partir da prática e das experiências vivenciadas nos territórios.
Com o tema “Água, Governança e Inclusão: Conexões para o Futuro das Bacias”, o 27º ENCOB reunirá representantes de Comitês de Bacias Hidrográficas de todo o país, gestores públicos, pesquisadores, sociedade civil, usuários de água e demais atores envolvidos na construção da governança dos recursos hídricos.
O novo prazo para submissão de trabalhos é 5 de setembro de 2026.
Não perca a oportunidade de compartilhar seu conhecimento, sua pesquisa ou sua experiência com participantes de todo o Brasil no 27º ENCOB.
Blog
Iniciativa busca destacar, por meio da fotografia, a riqueza das bacias hidrográficas, seus territórios, culturas e a importância da governança participativa das águas. As imagens selecionadas serão expostas durante o 27º ENCOB, em Fortaleza (CE).
O Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH) lançou oficialmente o Olhares das Bacias – Prêmio de Fotografia, concurso nacional que convida fotógrafos amadores e profissionais a registrar, por diferentes perspectivas, a relação entre as águas, os territórios e as pessoas que fazem parte das bacias hidrográficas brasileiras.
Com o tema "Olhares sobre as águas: Governança e inclusão para o amanhã", a iniciativa busca estimular a produção de imagens que revelem não apenas a beleza das paisagens, mas também a conexão entre a água, a cultura, a identidade dos povos e a gestão participativa dos recursos hídricos.
As fotografias selecionadas farão parte de uma exposição durante o 27º Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (ENCOB), que será realizado de 7 a 12 de dezembro de 2026, em Fortaleza (CE). Além da visibilidade nacional, os autores das imagens vencedoras receberão premiação e reconhecimento durante a programação oficial do evento.
Um convite para contar histórias por meio da fotografia
Mais do que um concurso, o Olhares das Bacias pretende aproximar a sociedade do universo da gestão das águas, incentivando um olhar sensível sobre os rios, nascentes, lagoas, comunidades tradicionais, práticas culturais e demais elementos que compõem as bacias hidrográficas do Brasil.
Para a assessora de Comunicação do FNCBH, Thamires Mercês Gomes, a fotografia é uma poderosa ferramenta de sensibilização e mobilização social.
"Cada fotografia tem o potencial de revelar uma história, despertar emoções e fortalecer o sentimento de pertencimento em relação às nossas bacias hidrográficas. O Olhares das Bacias nasce para ampliar esse diálogo, aproximando a sociedade da pauta da governança das águas e mostrando que proteger os recursos hídricos é uma responsabilidade compartilhada."
Fotografias que valorizam os territórios e suas identidades
De acordo com Laurentino Gonçalves Dias Júnior, integrante da Comissão Organizadora do Prêmio de Fotografia, a proposta é construir um mosaico de olhares sobre a diversidade hídrica e cultural do país.
"O Brasil possui uma riqueza extraordinária de paisagens, culturas e modos de vida conectados às águas. Esperamos receber registros que expressem essa diversidade e evidenciem como a água está presente na identidade dos territórios, na memória das comunidades e na construção de um futuro mais sustentável."
Categorias e premiação
O concurso contempla duas categorias:
Paisagem;
Água, Cultura e Sociedade.
Além delas, haverá uma Premiação por Voto Popular, permitindo que o público participe da escolha de uma das fotografias finalistas.
Cada participante poderá inscrever até duas fotografias inéditas e originais, conforme as regras estabelecidas no edital. As imagens serão avaliadas por uma comissão julgadora composta por especialistas, considerando critérios como adequação ao tema, originalidade, impacto visual e qualidade técnica.
As fotografias finalistas integrarão uma exposição durante o 27º ENCOB, fortalecendo o papel da fotografia como instrumento de valorização dos territórios e de promoção da cultura da água.
Inscrições abertas
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis no edital publicado pelo FNCBH.
O Fórum convida fotógrafos, integrantes dos Comitês de Bacias Hidrográficas, estudantes, pesquisadores e toda a sociedade a participar da iniciativa, compartilhando imagens que evidenciem a importância das águas brasileiras e inspirem reflexões sobre a governança, a conservação e o uso sustentável dos recursos hídricos.
Confira o edital completo, inscreva sua fotografia e faça parte dessa iniciativa que celebra a riqueza das bacias hidrográficas brasileiras por meio da arte e da fotografia.Edital
Featured
No dia 29 de julho de 2026, ocorreu o Seminário "Água que Une - integração, sensibilização e comunicação que transformam", promovido pelo Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica do MIDR - Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, em parceria com o FNCBH - Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas. O evento aconteceu em Brasília, na sede da ANA - Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico.
A atividade evento teve como objetivo fortalecer a integração entre os integrantes do SINGREH - Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, promovendo debates sobre os desafios e perspectivas da Política Nacional de Recursos Hídricos, em preparação aos seus trinta anos de implantação e ao processo brasileiro rumo à Conferência da ONU sobre Água.
Durante a programação foram discutidos temas relacionados à comunicação e mobilização social, educação ambiental, governança dos comitês de bacias, revitalização de bacias hidrográficas, financiamento das ações, inovação, inteligência territorial e a proposta de criação da Rede de Secretarias Executivas dos Colegiados do SINGREH. Também foram realizadas oficinas temáticas que resultaram na consolidação de propostas e diretrizes estratégicas para o fortalecimento da gestão participativa das águas.
3ª Reunião Ordinária de 2026 do Colegiado Coordenador
Nos dias 30 e 31 de julho de 2026, no mesmo local foi promovida a 3ª Reunião Ordinária do Colegiado Coordenador do FNCBH. O encontro contemplou a apresentação da situação da gestão de recursos hídricos no Distrito Federal, informes da Coordenação Geral do FNCBH e dos representantes do CNRH - Conselho Nacional de Recursos Hídricos, além da aprovação do edital de moções do ENCOB 2026. Também foram promovidos debates sobre os impactos das mudanças climáticas sobre os recursos hídricos, incluindo visita técnica à Sala de Situação da ANA.
Na sequência, foram apresentados os relatos dos grupos de trabalho e das comissões temáticas do FNCBH, discutidas propostas para a organização dos futuros ERCOBs - Encontros Regionais de Comitês de Bacias Hidrográficas, a partir de uma divisão por bacias hidrográficas e não por regiões geopolíticas, como está estabelecido, atualmente. Foram feitos esclarecimentos e encaminhamentos para a realização do 27º ENCOB, programado para dezembro, e realizada uma mesa de diálogo sobre a cobrança pelo uso dos recursos hídricos como instrumento de fortalecimento das políticas nacional e estaduais de recursos hídricos e da atuação dos comitês de bacias hidrográficas.
A participação nos dois eventos contribuiu para o acompanhamento das discussões estratégicas relacionadas ao aperfeiçoamento da governança das águas no Brasil, ao fortalecimento institucional dos comitês e às ações preparatórias para os próximos desafios do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, permitindo que o CBH Doce permaneça alinhado às diretrizes e debates nacionais sobre a gestão integrada dos recursos hídricos.
Assessoria de imprensa do FNCBH
Monitoramento permanente das condições dos reservatórios, das vazões e das previsões climáticas fortalece a gestão integrada dos recursos hídricos da bacia
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF) participou da 7ª Reunião da Sala de Acompanhamento do Sistema Hídrico do Rio São Francisco, promovida pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Realizado de forma virtual, o encontro contou também com a participação do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), além de representantes de outras instituições ligadas à gestão dos recursos hídricos.
A Sala de Acompanhamento integra o calendário permanente da ANA e tem como objetivo promover o compartilhamento de informações técnicas entre órgãos gestores, operadores do sistema elétrico, instituições de monitoramento meteorológico e representantes dos usuários da água. A iniciativa contribui para uma gestão cada vez mais integrada, transparente e baseada em dados, fortalecendo a segurança hídrica da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.
Durante a reunião, foram apresentados os boletins hidrológicos atualizados, com informações sobre os níveis de armazenamento dos principais reservatórios, o comportamento das vazões observadas ao longo da bacia e as previsões meteorológicas e hidrológicas para as próximas semanas. Também foram discutidas as condições operativas dos reservatórios estratégicos do Sistema São Francisco, fundamentais para subsidiar decisões relacionadas aos múltiplos usos da água, como abastecimento humano, irrigação, geração de energia, navegação e conservação ambiental.
Cenário do período seco
As apresentações confirmaram que a bacia do Rio São Francisco está plenamente inserida no período seco, caracterizado pela baixa ocorrência de chuvas e maior previsibilidade das condições hidrológicas. Nos últimos 30 dias, a maior parte da bacia registrou precipitações reduzidas, situação considerada normal para esta época do ano. Em algumas áreas do Alto São Francisco foram observados volumes ligeiramente acima da média, enquanto trechos do Baixo São Francisco registraram chuvas abaixo da climatologia.
Ao analisar todo o ano hidrológico, iniciado em outubro, os especialistas destacaram que, embora as chuvas de janeiro, fevereiro e março tenham contribuído para recuperar parte das vazões, o acumulado da bacia permanece abaixo da média histórica. Segundo os dados apresentados, a precipitação acumulada representa cerca de 89% da média esperada para o período, reflexo de um início de estação chuvosa mais fraco, compensado parcialmente pelas chuvas registradas no primeiro trimestre de 2026.
Em Três Marias, o cenário foi considerado relativamente favorável. As chuvas registradas no início do ano permitiram que as vazões retornassem a patamares próximos da média histórica, embora o monitoramento indique condições de seca fraca na região. Já a área de influência de Sobradinho permanece em situação de maior restrição hídrica, com tendência de vazões naturais abaixo da média durante o restante do período seco.
Previsão indica continuidade do tempo seco
As previsões meteorológicas apresentadas pelo CEMADEN e pelo INMET convergem para a manutenção de condições predominantemente secas nas próximas semanas. Para grande parte da bacia, a expectativa é de ausência de chuvas significativas, com possibilidade apenas de precipitações pontuais no Alto São Francisco, especialmente na região de Três Marias, favorecidas por sistemas frontais que eventualmente podem alcançar o sul de Minas Gerais.
Também foi destacado que as temperaturas deverão permanecer acima da média durante os próximos meses, cenário associado à permanência do fenômeno El Niño. As projeções climáticas indicam que o fenômeno deve persistir até o final do ano, aumentando a probabilidade de temperaturas elevadas e reduzindo as chances de recuperação hídrica, principalmente nas regiões do Médio e Submédio São Francisco.
Reservatórios apresentam situação confortável
Apesar da redução gradual das afluências, o panorama dos principais reservatórios da bacia foi considerado satisfatório. Em Três Marias, o volume armazenado permanece próximo de 95% da capacidade útil, enquanto Sobradinho registra cerca de 85%. A avaliação apresentada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico indica que esses volumes garantem segurança operacional para o atendimento aos múltiplos usos da água durante o período seco.
As projeções operativas indicam que as defluências deverão permanecer praticamente estáveis nos próximos meses, acompanhando o comportamento esperado das vazões naturais. Em Três Marias, a expectativa é de manutenção das descargas em torno de 400 m³/s, enquanto Sobradinho deverá seguir operando com vazões compatíveis com a atual disponibilidade hídrica e as necessidades de abastecimento, geração de energia e demais usos múltiplos da água.
Monitoramento permanente
Durante a reunião, as instituições ressaltaram que o acompanhamento contínuo das condições meteorológicas, hidrológicas e operacionais continuará sendo fundamental ao longo dos próximos meses. Embora o cenário atual seja considerado estável, o comportamento da próxima estação chuvosa, especialmente entre outubro e dezembro, será decisivo para a recuperação das vazões e para o planejamento da operação dos reservatórios em 2027.
O trabalho integrado desenvolvido pela Sala de Acompanhamento permite reunir informações técnicas atualizadas e subsidiar decisões relacionadas à gestão do Sistema Hídrico do Rio São Francisco, contribuindo para a segurança hídrica da bacia e para o atendimento equilibrado dos diferentes usos da água.
Assista a reunião na íntegra em: https://www.youtube.com/live/LRFh7SfHyyEAs apresentações da reunião podem ser baixadas em: https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/monitoramento-e-eventos-criticos/eventos-criticos/apresentacoes-das-reunioes/apresentacoes-das-reunioes
Fonte: CBH São Francisco, publicado em 13/07/2026
Evento da Câmara Técnica de Saneamento reunirá especialistas, gestores e operadores para debater soluções em hidrometria, telemetria e gestão ativa dos sistemas de abastecimento
A busca por soluções capazes de reduzir as perdas de água nos sistemas de abastecimento será o foco do Encontro Técnico “Hidrometria e Tecnologia da Medição de Água no Combate às Perdas”, promovido pela Câmara Técnica de Saneamento (CT-SA) dos Comitês PCJ, com o apoio da Agência das Bacias PCJ, Ares-PCJ e Consórcio PCJ. O evento será realizado no dia 13 de agosto de 2026, das 9h às 12h15, no Auditório Planeta Água, na sede administrativa da DAE Jundiaí, em Jundiaí (SP).
Voltado a gestores públicos, engenheiros, técnicos de operadoras de saneamento, especialistas do setor, estudantes e demais interessados, o encontro reunirá profissionais para discutir tecnologias e estratégias que contribuem para aumentar a eficiência dos sistemas de abastecimento de água, além de apresentar as soluções mais modernas do mercado de micromedição e no controle do consumo de água tratada.
Nas Bacias PCJ, o controle das perdas de água é um dos principais desafios para a gestão dos recursos hídricos. Além de comprometer a eficiência operacional dos serviços de abastecimento, as perdas aumentam a pressão sobre a disponibilidade hídrica da região. Nesse contexto, o evento busca apresentar ferramentas e experiências capazes de auxiliar os municípios e prestadores de serviços na modernização de seus sistemas.
Segundo o coordenador da CT-SA, Mateus Arantes, o encontro foi planejado para disseminar conhecimento técnico e promover a troca de experiências entre os prestadores de serviços de saneamento. “Este encontro tem como objetivo apresentar boas práticas e metodologias para orientar os prestadores de serviços de saneamento das Bacias PCJ sobre quando substituir os hidrômetros e qual tecnologia é a mais adequada para cada perfil de consumidor. Além da capacitação técnica, o evento fortalece a troca de experiências entre os municípios. Ao ampliar e padronizar o conhecimento sobre o combate às perdas de água, os serviços de saneamento ganham eficiência operacional, aumentam sua sustentabilidade financeira e garantem que a água tratada cumpra seu papel social e ambiental, em vez de ser desperdiçada por falhas de medição”, afirma.
A programação contará com painéis dedicados à hidrometria, à aplicação de tecnologias de transmissão de dados, como telemetria e Internet das Coisas (IoT), e à gestão ativa das redes de abastecimento. Os especialistas convidados abordarão critérios técnicos para a escolha do hidrômetro mais adequado a diferentes perfis de consumidores, desde ligações residenciais até grandes usuários industriais, além de apresentar um panorama das tecnologias atualmente disponíveis no mercado.
Outro destaque será a importância do monitoramento em tempo real dos dados de consumo, recurso que tem se consolidado como uma ferramenta estratégica para identificar vazamentos ocultos, reduzir submedições, detectar fraudes e apoiar a tomada de decisões pelos operadores dos sistemas de abastecimento.
Para o secretário-executivo dos Comitês PCJ, Denis Herisson da Silva, o encontro contribui diretamente para fortalecer a segurança hídrica da região. “As Bacias PCJ são uma região densamente povoada, onde a maior pressão sobre os recursos hídricos decorre da demanda pelo abastecimento público. Nesse contexto, este encontro representa uma importante oportunidade para que especialistas, operadores, gestores públicos, fabricantes e a academia compartilhem conhecimentos e desenvolvam soluções inovadoras para enfrentar um dos principais desafios apontados no Plano das Bacias PCJ: a redução das perdas de água. A hidrometria se mostra uma ferramenta estratégica para a gestão do abastecimento, pois permite monitorar o consumo em tempo real, identificar perdas e fraudes e subsidiar decisões mais precisas. Além disso, a escolha adequada dos equipamentos de medição aumenta a confiabilidade das informações, aprimora a eficiência operacional, reduz a necessidade de captação nos mananciais e fortalece a resiliência hídrica das Bacias PCJ, especialmente nos períodos de estiagem”, destaca.
GRATUITO
O Encontro Técnico “Hidrometria e Tecnologia da Medição de Água no Combate às Perdas” é gratuito. Para participar, é necessário realizar inscrição pelo link: https://bit.ly/Inscricao_CT-SA2026.
SERVIÇO
Encontro Técnico “ Hidrometria e Tecnologia da Medição de Água no Combate às Perdas”
Data: 13 de agosto de 2026 (quinta-feira)
Horário: das 9h às 12h15
Local: Auditório Planeta Água – sede administrativa da DAE Jundiaí
Endereço: Avenida Alexandre Ludke, 1500 – Vila Bandeirantes – Jundiaí (SP)
Inscrições gratuitas: https://bit.ly/Inscricao_CT-SA2026
Dúvidas: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Informações para a imprensa: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Realização: CT-SA / Comitês PCJ
Apoio: Agência das Bacias PCJ, Ares PCJ e Consórcio PCJ
Programação:
9h00 – Boas-vindas
9h30 – Abertura
DAE Jundiaí;Consórcio PCJ; Agência das Bacias PCJ; Ares PCJ; Comitês PCJ e Câmara Técnica de Saneamento
10:00 – Importância da medição e critérios da agência reguladora na fiscalização – A hidrometria no olhar da Regulação, critérios e normativas Rodrigo Leitão (Diretor da Ares-PCJ)
10:50 – A substituição de hidrômetros no olhar do prestador – Marcelo Costa (DAE-Jundiaí)
11:40 – Perguntas e Discussões
12:15 – Encerramento
Fonte: Bacias PCJ, publicado em 23 de julho de 2026
A configuração do El Niño 2026–2027 jdeve exigir atenção permanente de gestores, pesquisadores, órgãos de monitoramento e da sociedade. É o que destaca a presidente da ABRHidro, Suzana Montenegro, em áudio no qual comenta o cenário climático, seus possíveis impactos sobre os recursos hídricos e a importância de uma atuação preventiva diante do fenômeno.
Em sua análise, Suzana Montenegro ressalta que o aquecimento do Pacífico Equatorial já configura uma anomalia observada, e não apenas uma projeção. Segundo ela, o ponto central agora é acompanhar como o fenômeno irá se manifestar no Brasil e quais impactos poderá gerar em diferentes setores, como economia, saúde, turismo, agricultura e, especialmente, recursos hídricos e desastres relacionados à água.
A presidente observa que os impactos podem variar regionalmente, incluindo maior risco de enchentes no Sul e secas mais acentuadas no Nordeste e no Norte. No entanto, ela destaca que a magnitude desses efeitos ainda depende de fatores que precisam ser monitorados continuamente, como a influência do Oceano Atlântico, que pode atenuar ou modificar os impactos esperados em determinadas regiões.
Como é possível conferir no anexo, ele confirma que, em junho de 2026, o fenômeno já estava configurado, com modelos indicando probabilidade acima de 90% de permanência até, pelo menos, o início de 2027 e alta probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte entre a primavera e o verão de 2026.
De acordo com o boletim, a previsão climática para o trimestre julho-agosto-setembro de 2026 aponta, de forma geral, para chuvas acima da média em áreas da Região Sul e chuvas abaixo da média no centro-norte do país. O documento também alerta para temperaturas acima da média no segundo semestre, com possibilidade de aumento de ondas de calor e incêndios florestais.
O boletim desperta para a necessidade de acompanhamento contínuo das condições meteorológicas e hidrológicas, justamente para monitorar possíveis impactos em diferentes áreas da economia brasileira e orientar ações de autoproteção da Defesa Civil.
Para Suzana, uma diferença importante em relação a eventos anteriores, como o El Niño de 2015–2016, está no avanço das ferramentas de previsão meteorológica e climática, hoje mais modernas e capazes de antecipar cenários com maior qualidade. Ela avalia que esse aprimoramento permite uma mudança fundamental: sair da lógica da gestão de crise, quando os desastres já estão instalados, e avançar para uma gestão de risco, baseada em planejamento, monitoramento, preparação e resposta antecipada.
A presidente também destaca o fortalecimento das parcerias entre instituições nacionais e internacionais. No Brasil, órgãos como ANA, SGB, Cemaden, INMET, INPE e Defesa Civil vêm atuando de forma articulada na emissão de boletins e painéis de acompanhamento. O próprio boletim aponta que a atuação antecipada e coordenada entre diferentes níveis de governo e instituições parceiras é essencial para reduzir os impactos do El Niño sobre a população brasileira.
Outro ponto destacado por Suzana é que uma seca meteorológica nem sempre se transforma imediatamente em seca hidrológica ou agrícola. Por isso, o acompanhamento das condições dos reservatórios, da umidade do solo, das chuvas observadas e das respostas das bacias hidrográficas será determinante para orientar decisões ao longo dos próximos meses.
Por meio de suas Comissões Técnicas, Regionais e associados, a Associação pode contribuir com análises, debates, produção de conhecimento e apoio à construção de estratégias de adaptação, resiliência e enfrentamento aos extremos climáticos.
A recomendação central é clara: acompanhar os boletins oficiais, fortalecer alianças, qualificar a comunicação de riscos e investir em planejamento. Como resume a presidente da ABRHidro, não se trata de “combater” o fenômeno, mas de ampliar a capacidade de adaptação, reduzir vulnerabilidades e preparar o país para impactos potencialmente mais severos em um cenário de mudanças climáticas.
Ouça o áudio na íntegra e siga acompanhando os canais da ABRHidro.
Fonte: Abrhidro, publicado em 24 de julho
Diante das previsões de chuvas intensas para os próximos dias no Rio Grande do Sul, associados da ABRHidro elaboraram uma nota técnica sobre previsão, alerta e preparação para eventos hidrometeorológicos. O material, atualizado em 16 de julho de 2026, às 18h, orienta a leitura qualificada do cenário e reforça a importância da preparação antecipada por parte da população, dos municípios e dos órgãos responsáveis pela resposta.
A análise alerta que o Estado volta a enfrentar condições capazes de produzir alagamentos, enxurradas, inundações e movimentos de massa, com possíveis impactos sobre moradias, estradas, pontes, comunidades e serviços essenciais. A nota destaca, porém, que previsão não significa certeza de impacto, mas representa uma janela de oportunidade para reduzir danos caso o evento se materialize.
O documento foi elaborado pelos associados Daniel Gustavo Allasia (UFSM), Fernando Dornelles (UFRGS), João Francisco Carlexo Horn (UFSM) e Rutineia Tassi (UFSM), com base em informações da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, INMET e Cemaden/MCTI.
Entre os pontos centrais, o texto ressalta que o momento exige atenção, não pânico, e que as previsões devem ser acompanhadas continuamente, pois novos dados podem alterar a magnitude e a distribuição espacial do evento.
A nota também explica que chuvas intensas só se transformam em desastre quando encontram populações, infraestrutura e serviços expostos e vulneráveis. Por isso, recomenda medidas como integração entre previsão meteorológica e hidrológica, ativação de planos de contingência, pré-posicionamento de equipes e recursos, verificação de estruturas e serviços essenciais, comunicação clara e combate à desinformação.
A ABRHidro sugere a leitura integral da nota, especialmente por gestores públicos, profissionais da área, comunicadores, pesquisadores, representantes de instituições e comunidades localizadas em áreas suscetíveis.
Leia na íntegra aqui.
Fonte: ABRHidro, publicado em 17 jul.
Documento reforça que a água deve ocupar lugar central nas políticas públicas e apresenta compromissos essenciais para fortalecer a gestão das águas no Brasil.
O Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH) lançou uma Carta Aberta aos Candidatos e Candidatas aos cargos eletivos nas Eleições 2026, conclamando todos os postulantes aos cargos dos Poderes Executivo e Legislativo a assumirem um compromisso público com a gestão sustentável dos recursos hídricos e com a segurança hídrica do país.
No documento, o FNCBH destaca que a água é um bem público, finito e indispensável à vida, cuja governança exige planejamento, cooperação entre os entes federativos, participação social e decisões baseadas em critérios técnicos. Diante do agravamento da crise climática, da ocorrência de eventos extremos, da escassez hídrica e dos conflitos pelo uso da água, o Fórum defende que a pauta hídrica seja tratada como prioridade estratégica nos programas de governo e nas futuras ações da administração pública.
A Carta também reforça o papel dos Comitês de Bacias Hidrográficas como espaços legítimos de participação, pactuação e gestão descentralizada das águas, ressaltando a necessidade de valorização dessas instâncias, do fortalecimento dos órgãos gestores e da garantia de recursos financeiros e institucionais para a implementação efetiva da Política Nacional de Recursos Hídricos.
Entre os compromissos apresentados aos candidatos e candidatas estão a defesa da água como direito humano e bem público, o fortalecimento da gestão participativa, a valorização dos Comitês de Bacias Hidrográficas, a implementação dos instrumentos de gestão, a ampliação da resiliência hídrica frente às mudanças climáticas e a proteção das bacias hidrográficas, nascentes, aquíferos e demais ecossistemas associados.
Ao divulgar a Carta, o FNCBH reafirma que não há desenvolvimento econômico, justiça social ou sustentabilidade ambiental sem segurança hídrica e convida todos os candidatos e candidatas a incorporarem essa agenda em seus compromissos de campanha e futuros mandatos.
A Carta Aberta está disponível para consulta e ampla divulgação. O Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas permanece à disposição para o diálogo e para a construção conjunta de políticas públicas que fortaleçam a governança das águas no Brasil.Acesso a carta: https://fncbh.org/documentos/outro/outro-2026
Featured
Começoiu quarta-feira (01/07),o período proibitivo de uso do fogo em Mato Grosso, em decorrência dos riscos de incêndios florestais. Este ano, o uso do fogo para limpeza e manejo de áreas localizadas nos três biomas existentes no estado (Amazônia, Cerrado e Pantanal) será de 1º de julho a 30 de novembro.
A medida leva em consideração as previsões de condições climáticas adversas, como estiagem prolongada, altas temperaturas, ondas de calor, baixa umidade relativa do ar e ventos intensos, que favorecem as ocorrências de incêndios florestais.
Conforme o decreto 2.015/26, em caso de alteração nas condições climáticas ao longo do ano, o período de restrição ao uso do fogo poderá ser prorrogado ou antecipado pelo órgão estadual competente.
A norma estabelece ainda que a proibição ao uso do fogo não se aplica às queimas excepcionais realizadas ou supervisionadas por instituições públicas responsáveis pela prevenção e combate a incêndios florestais.
O decreto instituiu também a Sala de Situação Central (SSC) que irá atuar como órgão consultivo e deliberativo para a fase de respostas durante a temporada de incêndios, que vai de 1º de julho a 30 de novembro.
Entre as atribuições da Sala estão o fortalecimento das ações de monitorização, deliberação técnica, otimização de recursos e resposta rápida às queimadas ilegais e aos incêndios florestais, de forma integrada com os diversos níveis de governo.
A coordenação da Sala de Situação Central está a cargo do Corpo de Bombeiros Militar, por meio de sua Diretoria Operacional.
Regras ambientais sobre uso do fogo
O período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso reforça a restrição às queimadas em áreas rurais, chácaras, fazendas e áreas com vegetação, devido ao aumento do risco de incêndios florestais. Na área urbana, porém, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.
É proibido realizar:
Queima de lixo;
Queima de folhas, galhos e restos de poda;
Limpeza de lotes e terrenos;
Queima em quintais e áreas próximas a residências e comércios;
Qualquer prática que produza fumaça e ofereça risco à saúde, à vizinhança ou possa provocar incêndios.
Mesmo fora do período proibitivo, o uso do fogo no meio rural não é liberado e depende do cumprimento da legislação ambiental e das autorizações necessárias.
A Sema alerta que muitas ocorrências de incêndios florestais têm início nas áreas urbanas ou periurbanas. Uma queima aparentemente pequena pode se alastrar rapidamente, atingindo unidades de conservação, propriedades vizinhas, animais, residências e estruturas públicas.
*Texto: Clênia Goreth
Fonte: Sema MT, publicado em 2 de Julho de 2026
Featured
O coordenador do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH), Maurício Scalon, participou da abertura do 10º Encontro de Integração dos Comitês da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, realizado no Instituto Terra, em Aimorés (MG). A comitiva do Fórum também contou com a presença do assessor de imprensa do FNCBH e presidente do CBH Manhuaçu, Senisi Rocha; do coordenador-adjunto do Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas e presidente do CBH Piranga, Carlos Eduardo Silva; e do secretário do CBH Doce, Flamínio Guerra.
Durante sua participação, Scalon destacou a importância do fortalecimento dos Comitês de Bacias e ressaltou o papel da integração entre as diferentes regiões do país na construção de uma gestão das águas cada vez mais participativa.
O coordenador também destacou a participação da Bacia do Rio Doce no Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (ENCOB), que será realizado em dezembro, deste ano em Fortaleza (CE), reforçando a expectativa de ampliar o intercâmbio de experiências e fortalecer a atuação dos Comitês em âmbito nacional.
"O Rio Doce é uma referência nacional em mobilização e governança. Estar aqui, celebrando a décima edição deste encontro, reforça a importância de fortalecer os Comitês e de promover a troca de experiências entre as bacias hidrográficas brasileiras", afirmou.
O encerramento do 10º Encontro de Integração dos Comitês da Bacia Hidrográfica do Rio Doce acontece nesta quinta-feira (09).
Na foto: Carlos Eduardo Silva, Maurício Scalon, Senisi Rocha e Flamínio Guerra.
Assessoria de imprensa FNCBH
Featured
Aberta até 31 de outubro, a iniciativa pretende reunir experiências, propostas e prioridades sobre os desafios da água no Brasil.
Os desafios da água no Brasil aparecem de muitas formas: na nascente que precisa ser protegida, no rio que mudou ao longo dos anos, na dificuldade de acesso ao saneamento, na estiagem que afeta o abastecimento, na produção que depende do uso eficiente da água e nas iniciativas locais que ajudam a recuperar áreas degradadas.
São vivências, percepções e propostas como essas que a consulta pública nacional “Brasil rumo à Conferência da ONU sobre a Água” quer reunir. Aberta a cidadãos e instituições, a iniciativa busca ouvir diferentes realidades do país para apoiar a construção da participação brasileira na Conferência das Nações Unidas sobre a Água 2026.
A consulta está disponível na plataforma Brasil Participativo entre 8 de julho e 31 de outubro de 2026. Podem contribuir cidadãos, gestores públicos, Comitês de Bacia, Agências de Água, universidades, representantes do setor produtivo, organizações da sociedade civil e demais instituições interessadas.
Para o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, que integra a mobilização nacional, o processo reforça um princípio central da gestão das águas no Brasil: decisões sobre recursos hídricos precisam considerar a participação social e a realidade dos territórios. O Comitê atua na gestão integrada e participativa da bacia e, nesta mobilização, busca aproximar a consulta pública de seus públicos e da realidade do rio Paranaíba.
O que pode ser levado à consulta
A participação não exige conhecimento técnico especializado. A consulta busca contribuições que ajudem a identificar problemas, soluções, prioridades e experiências relacionadas à água no país.
Entre os temas que podem ser abordados estão segurança hídrica, saneamento, revitalização de bacias hidrográficas, adaptação às mudanças climáticas, proteção de nascentes, uso eficiente da água, cooperação entre instituições, financiamento e fortalecimento da gestão dos recursos hídricos.
As contribuições podem partir de diferentes pontos de vista: uma experiência comunitária, uma pesquisa acadêmica, um projeto desenvolvido por uma instituição, uma preocupação sobre a realidade de um rio ou córrego, uma proposta para melhorar o acesso à água, uma ação de educação ambiental ou uma prioridade observada no território.
O objetivo é transformar essa escuta em insumos para o documento brasileiro que reunirá recomendações e propostas do país para a Conferência da ONU sobre a Água 2026.
A participação social na gestão das águas
No Brasil, a gestão dos recursos hídricos tem na participação social uma de suas bases. Os Comitês de Bacia reúnem representantes do poder público, dos usuários de água e da sociedade civil para debater o uso, a conservação e o planejamento das águas em cada território.
Por isso, a consulta pública dialoga diretamente com a atuação dos Comitês. Ao mobilizar a sociedade para contribuir, o Comitê do rio Paranaíba ajuda a fortalecer a presença da bacia em uma construção nacional que chegará ao debate internacional.
A mobilização brasileira para a Conferência pretende articular atores institucionais e sociais em todo o país, reunindo contribuições capazes de refletir a diversidade territorial e os desafios hídricos brasileiros.
A Conferência da ONU sobre a Água
A Conferência das Nações Unidas sobre a Água 2026 será realizada de 8 a 10 de dezembro de 2026, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. O encontro será coorganizado pelos Emirados Árabes Unidos e Senegal e terá como foco acelerar avanços relacionados ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6, voltado à água potável e ao saneamento.
Os debates internacionais serão organizados em seis eixos: Água para as Pessoas, Água para a Prosperidade, Água para o Planeta, Água para a Cooperação, Água e Processos Multilaterais e Financiamento para a Água. Esses temas abrangem questões como acesso à água, saneamento, uso sustentável, restauração de ecossistemas, cooperação, governança e investimentos.
---A iniciativa "Brasil rumo à Conferência da ONU sobre a água" convida a sociedade brasileira a participar de uma mobilização nacional para coletar propostas, experiências e prioridades que fortaleçam a segurança hídrica e a governança da água no país. Essa escuta pública e voluntária servirá para construir um Documento-Base que subsidiará a participação do Brasil na 3ª Conferência da Água da ONU, evento que visa acelerar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (Água Potável e Saneamento) e a Agenda 2030. Para o Brasil, o processo é uma oportunidade estratégica de fechar parcerias globais e impulsionar soluções integradas focadas em resiliência climática, políticas públicas eficazes e no atendimento a populações vulneráveis, garantindo transparência, inclusão e diversidade na construção dessa agenda. https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/
Fonte: CBH Paranaíba, publicado em 08/07/2026
Featured
A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) participaram, nesta quarta-feira (01), em Vera Cruz (BA), da cerimônia que marcou o início oficial das obras do Sistema Rodoviário Ponte Salvador–Ilha de Itaparica, um dos maiores projetos de infraestrutura em execução no Brasil.
O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, além de autoridades federais, estaduais e representantes da concessionária responsável pelo empreendimento.
Presente no momento, a chefe de gabinete, Daniella Fernandes, destacou a importância do momento para a Bahia e ressaltou o papel do Inema no processo de licenciamento ambiental da obra. “Estamos aqui em Itaparica para celebrar este momento histórico e que representa uma importante conquista para os baianos. O empreendimento vai reduzir significativamente o tempo de deslocamento entre Salvador e a ilha, promovendo desenvolvimento e integração regional. Hoje estamos marcando o início de uma grande obra para a Bahia”, afirmou.
O diretor-geral do Inema, Eduardo Topázio, ressaltou que o projeto alia desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental, resultado do trabalho técnico realizado pelo órgão durante o processo de licenciamento. “Estamos dando início à construção de uma obra estratégica para o desenvolvimento da Bahia. Além de impulsionar a economia e melhorar a mobilidade, o projeto foi estruturado com uma série de medidas que garantem a sustentabilidade ambiental. O papel do Inema é justamente assegurar esse equilíbrio entre desenvolvimento e preservação, por meio de condicionantes ambientais, programas de monitoramento e ações voltadas ao fortalecimento das unidades de conservação e das áreas protegidas”, destacou.
Com investimento estimado em R$ 11,6 bilhões, sendo R$ 3 bilhões de aporte federal, R$ 3,1 bilhões do Governo da Bahia e R$ 5,5 bilhões da concessionária, o empreendimento integra o Novo PAC e representa um marco para a mobilidade, a integração regional e o desenvolvimento econômico do estado. O sistema contempla a construção da Ponte Salvador–Ilha de Itaparica, com 12,4 quilômetros de extensão sobre a Baía de Todos-os-Santos, tornando-se a maior ponte da América Latina sobre o mar. O projeto inclui ainda novos acessos viários em Salvador, uma via expressa em Vera Cruz e a duplicação de trecho da BA-001.
Nesta fase inicial, mais de 300 profissionais já atuam nos três canteiros de obras implantados para a execução do projeto. Também foram mobilizadas mais de 4,7 mil toneladas de equipamentos e materiais, entre estruturas metálicas, tubos de aço, vergalhões, guindastes, embarcações de apoio e máquinas pesadas. Ao todo, 27 empresas brasileiras já foram contratadas para fornecer equipamentos, materiais e serviços.
Licenciamento ambiental
O Inema foi responsável pela emissão dos atos autorizativos que viabilizam o início das intervenções ambientais necessárias à execução do empreendimento. Entre os documentos publicados estão a Licença de Implantação (LI), a Autorização de Supressão de Vegetação Nativa (ASV), a Autorização de Manejo de Fauna e a Medida Compensatória referente à Autorização de Servidão Ambiental. Os atos integram o conjunto de exigências legais para a execução da obra e estabelecem condicionantes, programas de monitoramento e medidas de controle ambiental que deverão ser cumpridos durante todas as etapas de implantação do Sistema Rodoviário Ponte Salvador–Ilha de Itaparica.
Fonte: Inema - BA, publicado em 01/07/2026
Featured
Quase 1,7 mil novos barramentos foram cadastrados no Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens em 2025.
Nesta sexta-feira, 3 de julho, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) lançou o Relatório de Segurança de Barragens 2026 (RSB 2026) durante webinário transmitido via YouTube. Conforme o levantamento com dados de 2025, foram identificadas 213 barragens prioritárias para gestão de sua segurança, que apresentam problemas de conservação ou para as quais os empreendedores (responsáveis) não cumpriram todos os requisitos de segurança exigidos na Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). Em caso de acidente com essas estruturas, há risco a pessoas ou a equipamentos importantes, que podem comprometer o fornecimento de serviços essenciais. Essas barragens que necessitam de maior atenção estão em 19 estados e no Distrito Federal.
Barragens prioritárias para gestão da segurança
Segundo o RSB 2026, existem 213 barragens prioritárias para gestão de segurança no Brasil, das quais, 26% (56) são do setor privado, 29% (62) de empreendedores públicos, 41% (87) sem informação e 4% (8) de sociedades de economia mista. As principais finalidades dessas barragens são a mineração com 26% (55 estruturas), abastecimento humano com 24% (51), irrigação com 14% (29), regularização de vazão com 9% (20), paisagismo com 8% (17), dessedentação de animais com 8% (16), entre outros.
Barragens prioritárias para gestão da segurança
Assim como vem acontecendo desde 2018, o RSB 2026 registrou um avanço na implementação da Política Nacional de Segurança de Barragens com o aumento do cadastro das estruturas, que cresceu de 28.085 para 29.761 – um incremento de 6% entre 2024 e 2025. As barragens que se enquadram na PNSB, a Lei nº 12.334/2010, são aquelas que possuem pelo menos uma das seguintes características: capacidade total maior que 3 milhões de metros cúbicos (equivalente a 3 milhões de caixas d’água), reservatório que contenha resíduos perigosos, Dano Potencial Associado (DPA) médio ou alto ou altura do maciço (parede) da barragem maior que 15 metros.
Requisitos para enquadramento à PNSB
De acordo com a PNSB, o Dano Potencial Associado pode ser alto, médio ou baixo com base no potencial de perdas de vidas humanas, impactos econômicos e ambientais decorrentes de um eventual rompimento da barragem. Já a Categoria de Risco (CRI) pode ser alta, média ou baixa de acordo com as características técnicas, estado de conservação do empreendimento e atendimento ao Plano de Segurança da Barragem.
Evolução do cadastro de barragens
Dentre as 29.761 estruturas cadastradas pelos 33 órgãos fiscalizadores no Sistema Nacional de Informações sobre Segurança de Barragens (SNISB), 14.355 estruturas (48%) têm seu enquadramento à PNSB indefinido, sendo que essa falta de informação dificulta a fiscalização pelo Poder Público sobre as exigências quanto à gestão da segurança determinadas pela Política Nacional de Segurança de Barragens. Já 8.797 estruturas (30%) estão enquadradas na PNSB e 6.609 (22%) não estão enquadradas.
Quanto às 6.609 barragens enquadradas na PNSB, o RSB 2026 informa que 2.101 barramentos (32%) são destinados à irrigação, 1.317 (20%) ao abastecimento humano, 839 (13%) à geração hidrelétrica, 479 (7%) à disposição de rejeitos de mineração e 1.873 (28%) a outras finalidades. Dentre elas, os empreendedores com mais estruturas sob sua responsabilidade são: o Departamento Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS), Vale S.A., a Secretaria da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos da Paraíba (SEIRHMA/PB), a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (COGERH/CE), a Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA), a Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte (SEMARH/RN) e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF).
Barragens enquadradas na PNSB
Dentre os 6.609 barramentos enquadrados na PNSB, o RSB 2026 informa que 5.760 barragens (87%) possuem DPA alto ou médio, das quais 1.808 estruturas (30% dessas) possuem também CRI Alto. Ou seja, mesmo tendo identificado possíveis danos relevantes, os empreendedores não cumpriram todas as exigências necessárias para garantia da segurança, conforme previsto na PNSB.
O levantamento aponta, ainda, que 345 barragens (5%) não estão classificadas quanto ao Dano Potencial Associado e à Categoria de Risco, ou seja, não se tem a informação se elas podem trazer riscos a pessoas, infraestruturas ou meio ambiente e não é possível saber se esses barramentos possuem garantias da segurança dessas estruturas.
Conforme o RSB 2026, foram reportados 18 acidentes e 23 incidentes com barragens no Brasil em 2025 sem vítimas fatais e com consequências, como: evacuação de populações e danos a estradas e pontes. Em relação aos 24 acidentes e 45 incidentes reportados no RSB 2024/2025, houve uma redução nos registros de 25% para acidentes e de 49% para incidentes envolvendo barramentos no Brasil.
Acidentes e incidentes em barragens
De acordo com a PNSB, acidentes se caracterizam pelo comprometimento da integridade estrutural da barragem, resultando em colapso total ou parcial da estrutura. Já os incidentes afetam o comportamento da barragem ou estruturas anexas, que podem vir a causar acidentes caso não sejam sanados.
Outro aspecto abordado pelo RSB 2026 diz respeito às equipes dos órgãos fiscalizadores. Pela primeira vez desde o acidente com a barragem de Brumadinho, em 2019, houve queda no número de profissionais que atuam na fiscalização de barragens. Nas 33 instituições que desempenham esse papel de fiscalização há 333 profissionais trabalhando com essa temática, sendo 161 (48%) exclusivamente dedicados à segurança de barragens e 172 (52%) profissionais que dividem essa atuação com outras atividades. Em relação ao RSB 2024/2025, houve uma queda de 356 para 333 profissionais que atuam na temática, o que representa uma redução de 6% no quantitativo total do País. Além disso, para os 28 órgãos fiscalizadores que não atendem à equipe mínima recomendável, há um déficit total de pelo menos 221 profissionais exclusivos para atuação em segurança de barragens.
Mesmo com esse número de profissionais abaixo do adequado, as fiscalizações em segurança de barragens aumentaram entre 2024 e 2025 tanto para aquelas realizadas com visitas de campo quanto para as baseadas em checagens de documentos. Nesse período as fiscalizações em campo subiram de 2.859 para 2.924 (um aumento de 2%) e as fiscalizações documentais passaram de 3.162 para 4.712 (um incremento de 49%).
Estrutura e atualização dos fiscalizadores
A aplicação de recursos dos orçamentos públicos estadual e federal em ações de gestão da segurança de barragens diminuiu entre 2024 e 2025, passando de R$ 147 milhões, previstos no orçamento, para R$ 104 milhões executados, de modo que 29% dos recursos destinados no orçamento à temática não foram executados em 2025. Com isso, o RSB 2026 indica que se mantém o cenário em que destinação e aplicação dos recursos orçamentários continuam aquém do necessário para a adequada manutenção preventiva e o atendimento aos requisitos legais sobre segurança das barragens.
O RSB
O RSB é elaborado anualmente pela ANA com base em informações enviadas pelos 33 órgãos fiscalizadores de segurança de barragens ativos no País. O Relatório é enviado ao Conselho Nacional de Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) e, após sua apreciação, ao Congresso Nacional. Os objetivos do levantamento são apresentar à sociedade um panorama da evolução da segurança das barragens brasileiras e da implementação da Política Nacional de Segurança de Barragens. Além disso, o documento aponta diretrizes para a atuação de órgãos fiscalizadores e empreendedores desse tipo de estrutura, oferecendo insumos para a promoção de ações preventivas e corretivas junto aos envolvidos na temática de segurança de barragens.
A íntegra do relatório está disponível em: https://www.snisb.gov.br/portal-snisb/documentos-e-capacitacoes/rsb.
Assessoria Especial de Comunicação Social (ASCOM)Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA)Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.www.gov.br/ana | Facebook | Instagram | Twitter | YouTube | LinkedIn | TikTok
Fonte: Ana, publicado em 03/07/2026
Iniciativa será implementada na Aldeia Sapukai, em Angra dos Reis, e une saneamento, preservação ambiental e saúde pública
A Aldeia Sapukai, maior aldeia indígena do Estado do Rio de Janeiro e situada em Angra dos Reis, está recebendo um projeto de saneamento ecológico desenvolvido a partir das demandas da própria comunidade. A iniciativa conta com investimentos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FUNDRHI), mecanismo financeiro da política estadual de recursos hídricos gerido pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), e do Observatório de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Bocaina (OTSS/Fiocruz). A ação prevê a implantação de soluções sustentáveis para o uso da água e o tratamento de efluentes na comunidade.
O projeto tem como principal intervenção a construção de um módulo de banheiros coletivos com sistema ecológico de tratamento de efluentes, além do aproveitamento da água da chuva e de ações de capacitação voltadas à operação e manutenção das estruturas. A ideia é ampliar o acesso ao saneamento respeitando as características ambientais, culturais e sociais da comunidade Guarani Mbya.
As obras começaram em janeiro deste ano e são executadas por equipes do Comitê de Bacia da Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande (CBH BIG) e do OTSS/Fiocruz, responsáveis pela metodologia participativa que orienta o desenvolvimento das soluções junto à comunidade. O primeiro módulo, atualmente em fase final de execução, conta com dois banheiros e dois chuveiros. Outros dois projetos estão sendo finalizados e serão implantados em diferentes pontos da aldeia: um no centro da comunidade e outro próximo à entrada da comunidade, para atender a demanda do turismo de base comunitária desenvolvido pelos moradores.O sistema de captação de água da chuva para abastecimento dos vasos sanitários será uma novidade para a comunidade. O sistema também utilizará água de uma nascente próxima à aldeia como fonte complementar de abastecimento.
A pauta do saneamento já era uma demanda recorrente entre comunidades tradicionais da região e ganhou força após Julio Karai, liderança da Aldeia Sapukai, levar o tema para discussão no Fórum de Comunidades Tradicionais, movimento social que reúne representantes indígenas, caiçaras e quilombolas do Litoral Sul Fluminense e Norte de São Paulo.
A partir dessa demanda, teve início um processo de construção coletiva envolvendo moradores, lideranças e equipes técnicas. O trabalho foi desenvolvido a partir de visitas à aldeia, mapeamento territorial, oficinas e reuniões para compreender a dinâmica da comunidade e identificar quais soluções seriam mais adequadas à realidade local.
Além de contribuir para a prevenção de doenças e melhorar as condições de vida dos moradores, o saneamento ecológico também reduz impactos ambientais. O sistema previsto no projeto realiza o tratamento dos efluentes de forma sustentável e permite o reaproveitamento de nutrientes no solo.
A iniciativa na Aldeia Sapukai é um dos exemplos de aplicação dos recursos do FUNDRHI, principal mecanismo de financiamento da política estadual de recursos hídricos. Gerido pelo Inea, autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas), o fundo apoia ações voltadas à proteção das águas, recuperação ambiental e ampliação do saneamento, sobretudo em áreas rurais e periurbanas que não contam com cobertura dos serviços estruturados, em diferentes regiões do estado.
Fonte: Inea, publicado em 22.06.2026
Capacitação gratuita e híbrida é voltada a operadores, técnicos e gestores de ETAs; vagas são limitadas
A Escola da Água e Saneamento está com inscrições abertas para a Trilha Formativa I: Sistemas de Tratamento de Água (ETAs). A capacitação é gratuita, possui carga horária de 40 horas e será realizada em formato híbrido, com atividades presenciais e on-line. As vagas são limitadas a 40 participantes.
A Escola da Água e Saneamento é um projeto desenvolvido por meio de uma parceria entre Agência das Bacias PCJ/Comitês PCJ, Consórcio PCJ e Ares-PCJ. Trata-se de uma central de cursos presenciais e on-line voltada à qualificação de operadores e técnicos dos serviços de abastecimento de água, com o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população.
O novo curso tem como foco a operação de Sistemas de Tratamento de Água, abordando conceitos fundamentais, padrões operacionais, boas práticas, tecnologias aplicadas ao tratamento, cálculos de dimensionamento e outros temas essenciais para garantir a eficiência e a estabilidade dos processos nas Estações de Tratamento de Água (ETAs).
O curso é destinado a operadores, técnicos e gestores que atuam em sistemas e estações de tratamento de água. A programação inclui aula inaugural presencial, encontros on-line ao vivo, atividades complementares e uma visita técnica ao final da capacitação.
Aulas e conteúdos
A aula inaugural está prevista para o dia 12 de agosto de 2026. Ao longo do curso, serão realizados 14 encontros síncronos on-line, com frequência de duas aulas semanais e duração de duas horas cada. Os participantes também desenvolverão atividades assíncronas semanais. O encerramento ocorrerá em novembro, com a realização de um seminário e de uma visita técnica presencial.
Os conteúdos serão distribuídos em seis módulos: Gestão das Águas nas Bacias PCJ; Segurança e Meio Ambiente; Tecnologias para o tratamento de água e gestão de resíduos; Principais equipamentos e instrumentação em ETA; Boas práticas em procedimentos laboratoriais; e Visita técnica à uma ETA.
Os participantes que cumprirem os requisitos do curso receberão certificado de conclusão. As inscrições estão abertas e os interessados devem aguardar a confirmação da participação após o envio do cadastro, em razão do número limitado de vagas.
Serviço
Trilha Formativa I: Sistemas de Tratamento de Água (ETAs)
Público-alvo: operadores, técnicos e gestores de Sistemas e Estações de Tratamento de Água (ETAs)
Carga horária: 40 horas
Formato: híbrido (presencial e on-line)
Vagas: 40 participantes
Início: 12 de agosto de 2026
Informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou WhatsApp (19) 3475-9405
Inscrições: https://bit.ly/Curso2026EscoladeÁguaeSaneamento
Fonte: Bacias PCJ, publicado em 17 de junho de 2026